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“A Arte da Guerra”: “A popularidade de Trump junto dos americanos nunca esteve tão baixa”

A três meses das intercalares e seja qual for o seu resultado, a segunda parte do segundo mandato de Donald Trump – e se se confirmar que será o último – terá que fornecer sinais sobre o que vem a seguir. JD Vance, o homem forte do grupo MAGA? Marco Rubio, o ‘sr. yes men’? Ou outro que ainda não entrou nas contas? Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“A Arte da Guerra”: “A popularidade de Trump junto dos americanos nunca esteve tão baixa”

Veja (e ouça) o evento do JE e novobanco

O segundo evento desta iniciativa d’O Jornal Económico e do novobanco decorreu a 15 de maio na Católica Lisbon School of Business & Economics e teve como objetivo alargar o debate sobre o ESG. Contámos com nomes como Eduardo Paz Ferreira, Maria d’Oliveira Martins e Eduardo Rangel.
Veja (e ouça) o evento do JE e novobanco

Paulo Trigo Pereira: “Não devemos usar a cláusula de escape [orçamental]. Já fomos enganados antes”

Paul Trigo Pereira, economista, professor universitário, especialista em finanças públicas, considera que o risco para o orçamento português não vem da instabilidade geopolítica ou nacional este ano, mas do peso que os aumentos salariais na Função Pública terão em 2026. “Todos aqueles acordos que foram feitos vão entrar em pleno e em maior peso na despesa pública no ano que vem e isso vai ter um impacto”, diz. Em 5 Minutos, no Jornal Económico e na TSF, também aborda a questão da defesa para dizer que tem de debater, primeiro, no que ser gastar e só depois definir o quanto. Defende que o debate tem de ser europeu, assim como o orçamento e avisa que Portugal pode pedir a exceção orçamental, para excluir os gastos com defesa, mas não a deve usar. “É sermos enganados, como já fomos uma vez. Em Sócrates 2009, a Comissão Europeia disse façam políticas expansionistas, foi o ano em que ele subiu na função pública e o défice orçamental disparou e depois deu a troika”.
Paulo Trigo Pereira: “Não devemos usar a cláusula de escape [orçamental]. Já fomos enganados antes”

José Pina: “Somos competitivos. Fibras solúveis para o têxtil são uma oportunidade para Portugal”

A Altri está a investir 75 milhões de euros na conversão da Biotek para produzir fibras solúveis para a indústria têxtil. José Soares de Pina, presidente-executivo da Altri, diz que Portugal é competitivo na transformação da pasta de papel e que estes usos constituem uma oportunidade que tem de ser aproveitada, porque o país tem a matéria-prima e a tecnologia e o mercado está a crescer 4% ao ano. Os objetivos ambientais também ajudam. “A oportunidade para poder transformar mais dessas fibras têxteis na Europa existe e pensamos que é um caminho a fazer no futuro”, diz. Em 5 Minutos, no Jornal Económico e na TSF.
José Pina: “Somos competitivos. Fibras solúveis para o têxtil são uma oportunidade para Portugal”

Élvio Sousa: “Para nós, é irrelevante a distinção entre esquerda e direita”

O JPP tornou-se a segunda maior força política na Madeira e, agora, entrou na Assembleia da República, com um deputado. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, o presidente do partido, Élvio Sousa, garante que não são de esquerda ou de direita. São pragmáticos. “Não temos essas muralhas ideológicas”, diz. Promete trazer para São Bento problemas regionais que interessam ao país, como a mobilidade, que se destaca no caderno de encargos que trazem.
Élvio Sousa: “Para nós, é irrelevante a distinção entre esquerda e direita”

Vítor Ramalho: “PS tem de se refundar, é disso que se trata”

Vítor Ramalho avisa que o mundo mudou para o PS, com a AD a conquistar mais deputados que toda a esquerda junta e com a direita a garantir mais de dois terços do Parlamento. O PS vai ter de perceber o que correu mal e de se reinventar, ao centro e pronto para dialogar com todos os partidos. “Sem exceção”, sublinha o dirigente histórico do PS e ex-governante no 5 Minutos de hoje. E avisa que os socialistas têm de estar preparados para não regressar ao poder tão cedo.
Vítor Ramalho: “PS tem de se refundar, é disso que se trata”

Carlos Moreira da Silva: “A fiscalidade tem de ser uma ferramenta de crescimento e não um obstáculo à ambição”

Cumpridas as eleições legislativas antecipadas, o que é que o novo governo deve fazer imediatamente? Carlos Moreira da Silva, presidente da Business Roundtable Portugal, associação que agrega 43 dos maiores grupos empresariais portugueses, responde: reduzir a fiscalidade. É ele o convidado de hoje do 5 Minutos.
Carlos Moreira da Silva: “A fiscalidade tem de ser uma ferramenta de crescimento e não um obstáculo à ambição”