Multimédia

“A Arte da Guerra”: “A popularidade de Trump junto dos americanos nunca esteve tão baixa”

A três meses das intercalares e seja qual for o seu resultado, a segunda parte do segundo mandato de Donald Trump – e se se confirmar que será o último – terá que fornecer sinais sobre o que vem a seguir. JD Vance, o homem forte do grupo MAGA? Marco Rubio, o ‘sr. yes men’? Ou outro que ainda não entrou nas contas? Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“A Arte da Guerra”: “A popularidade de Trump junto dos americanos nunca esteve tão baixa”

Armindo Monteiro: “Prioridade do novo governo é encontrar um modelo adequado para as empresas serem mais fortes”

Estado mais simples para fazer crescer a economia e valorizar os salários. São estes os pilares que o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, aponta como prioridades para o novo governo. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, diz que a fiscalidade tem de ser repensada, o orçamento também, e devem ser encaradas reformas, como a da segurança social. “Esperamos que o governo não ceda á tentação de gerir apenas o corrente”, afirma.
Armindo Monteiro: “Prioridade do novo governo é encontrar um modelo adequado para as empresas serem mais fortes”

Ricardo Arroja: “Crescimento português em Angola subiu 9%. Empresas estão ao encontro das oportunidades”

Angola é um país atrativo para as empresas portuguesas. As vendas de serviços aumentaram. “O ano de 2024 foi excelente”, diz Ricardo Arroja, presidente da Aicep, em 5 Minutos, no JE e na TSF. O investimento português em Angola também cresceu, que é cada vez mais olhado como uma plataforma para crescer para a região. O crescimento económico e o crescimento da população são oportunidades a explorar, numa altura em que o quadro macroeconómico parece estabilizado. Arroja diz que o Aicep apoia, mas que, no fim do dia, são as empresas que decidem.
Ricardo Arroja: “Crescimento português em Angola subiu 9%. Empresas estão ao encontro das oportunidades”

Arlindo Rangel: “O que os investidores procuram é previsibilidade e é isso que temos levado”

A instabilidade geopolítica que vivemos tem afetado o investimento e Angola não fica imune. Arlindo das Chagas Rangel, presidente da Aipex, a agência angolana responsável pelo investimento estrangeiro, está em Portugal e diz que esta situação obriga a reforçar contactos. “Continuamos a falar com países, com investidores”, diz. Para mostrar tem estabilidade macroeconómica, política e social, investimentos estruturantes e novas oportunidades, como no turismo.
Arlindo Rangel: “O que os investidores procuram é previsibilidade e é isso que temos levado”

Miguel Maya: “As pessoas não têm os 10% de entrada inicial para uma casa”

Miguel Maya, CEO do BCP, explica ao Cinco Minutos as consequências de não permitir que um crédito à habitação cubra 100% do valor da casa. Não contesta a decisão, cumpre-a, mas desmonta a intenção da medida, sublinhando que os bancos não se expõe ao risco de forma irracional — nunca houve problemas sistémicos nesta área de negócios — e que, na verdade, essa limitação condiciona os compradores, já que terão de arrendar casa até disporem dos 10% de capital para concretizar a compra. Ou seja, desperdiçam dinheiro.
Miguel Maya: “As pessoas não têm os 10% de entrada inicial para uma casa”

“A Arte da Guerra”: “Netanyahu? Espero que não venha a Portugal porque não seria preso”

Merz deu um murro na mesa, mais um, também no que tem a ver com Israel: aparentando estar farto de evoluir sob o trauma da II Guerra, ameaçou o Estado hebraico de sanções, nomeadamente no que tem a ver com a venda de armamento. Infelizmente, a capacidade dos germânicos em influenciar a postura da União Europeia enquanto bloco parece ser limitada. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“A Arte da Guerra”: “Netanyahu? Espero que não venha a Portugal porque não seria preso”

“A Arte da Guerra”: “A Rússia vai entretendo os EUA em relação à Ucrânia”

O novo chanceler alemão, Friedrich Merz, bateu com o punho na mesa e tornou evidente aquilo de que já se suspeitava: Rússia e Estados Unidos andam a gozar com os europeus no que à Ucrânia diz respeito. Infelizmente, a capacidade dos germânicos em influenciar a postura da União Europeia enquanto bloco parece ser limitada. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“A Arte da Guerra”: “A Rússia vai entretendo os EUA em relação à Ucrânia”

Bernardo Maciel: PRR? “Neste momento diria que não haverá nada que seja um obstáculo à sua boa execução”

Portugal tem em curso o Plano de Recuperação e Resiliência, na reta final, e o PT2030, ainda no início. Para Bernardo Maciel, CEO da Yunit Consulting, a maior dificuldade das empresas é conseguir coordenar o tempo destes processos com o dos seus objetivos de investimento. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, diz que tudo está em velocidade de cruzeiro e o objetivo, agora, principalmente para o PRR, é concretizar.
Bernardo Maciel: PRR? “Neste momento diria que não haverá nada que seja um obstáculo à sua boa execução”

Paulo Carmona: “Apagão foi um ensaio de preparação para situações complexas”

O apagão energético foi um teste à capacidade do sistema português, que “correu bem, apesar de todos os custos e inconvenientes”, afirma Paulo Carmona, diretor-geral de Energia e Geologia. O sistema mostrou ser resiliente. No Dia Mundial da Emergia, em 5 Minutos, no JE e na TSF, sublinha que a opção pelas energias renováveis é para continuar.
Paulo Carmona: “Apagão foi um ensaio de preparação para situações complexas”

Maria Oliveira Martins: “Geração ativa está altamente sobrecarregada”

Professora na Universidade Católica Portuguesa, especialista em direito constitucional e finanças públicas, aponta para um problema bem actual. Em "5 Minutos", podcast para ouvir no JE e TSF, Maria Oliveira Martins sublinha que há um desequilíbrio que "onera a geração activa", referindo-se aos apoios e benefícios que a geração mais idosa retira quase em exclusivo.
Maria Oliveira Martins: “Geração ativa está altamente sobrecarregada”

“A Arte da Guerra”: “Negociações EUA-Rússia? Aqui, o marido enganado é a Ucrânia”

Num contexto em que as negociações para um cessar-fogo na Ucrânia podem estar prestes a começar – possivelmente no Vaticano – a salvação do país pode estar na economia, que parece ser a maior preocupação dos Estados Unidos. Do lado de Moscovo, a questão é mais vasta, mas, até agora, a regra é que Putin acaba sempre por levar vantagem. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
“A Arte da Guerra”: “Negociações EUA-Rússia? Aqui, o marido enganado é a Ucrânia”