Para que o consumidor não seja lesado, deve estar atento e acompanhar todos esses movimentos. Deverá consultar regularmente a lista de autorizações do débito direto que estão ativas, sendo possível fazê-lo através da internet se tiver acesso à conta online ou numa caixa de multibanco selecionando a opção “consultas” e “autorizações de débito”.
Na sua generalidade, trata-se de um documento que integra o contrato de crédito e que os bancos utilizam como garantia, caso o devedor não consiga pagar as suas prestações. Atendendo a este instrumento, é possível acontecer a solicitação da assinatura de uma livrança como complemento de um pedido de empréstimo bancário.
A Madeira é a segunda região do país onde é preciso mais dinheiro para comprar um imóvel. A lista é liderada por Lisboa, onde é preciso 6.123 euros para comprar um imóvel com 100 m2.
O passivo do sector empresarial da Madeira ficou em 1,5 mil milhões de euros. A maior parte do passivo vem das Empresas Públicas Regionais com 1,4 mil milhões de euros, e as Empresas Participadas Regionais registaram um passivo de 124 milhões de euros.
Os ativos do sector empresarial da Madeira atingiram os 2,7 mil milhões de euros. As empresas públicas regionais tiveram ativos contabilizados em 2,5 mil milhões de euros, e as empresas participadas regionais tiveram ativos de 184 milhões de euros.
No primeiro trimestre existiram 128 licenciamentos de edifícios na Madeira. "Das obras de edificação e demolição licenciadas, 71,9% correspondiam a construções novas (92), das quais 95,7% tinham como destino a habitação familiar (88)", dizem os dados da DREM.
A Região Autónoma da Madeira registou, em maio, 8.498 desempregados inscritos no Instituto de Emprego, o valor mais baixo dos últimos 15 anos neste arquipélago, realçou hoje o governo madeirense.
O presidente da Câmara do Funchal salientou que o executivo municipal "conseguiu reequilibrar as contas do Município, FrentemarFunchal e SociohabitaFunchal, apresentando um "resultado francamente bom", e destacou o "reajustamento" que teve de ser feito nas duas empresas municipais.
A Deco considera que as alterações são prejudiciais aos interesses dos aforradores e defende que o Governo deveria apresentar outros produtos de aforro que incentivassem a poupança, com remuneração mais atrativa e garantia de capital.