O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
Foi uma iniciativa inédita da Nova SBE Public Policy Institute. Quase duas dezenas de jovens de diferentes juventudes partidárias aceitaram o convite do instituto para participar no primeiro programa “Liderança em Políticas Públicas”, no campus de Carcavelos, no início do verão.
O partido do atual primeiro-ministro, Nikol Pashinyan, segue folgadamente à frente nas sondagens, ‘apesar’ de tantos apoios externos e das reticências da Rússia.
São as três não cotadas mais valiosas do mundo. Preparam a entrada no mercado de capitais, pulverizando recordes. Tudo nos Estados Unidos. São avaliadas em nove vezes o PIB português. Colossos.
A OneMark Properties chega em breve ao mercado com quatro segmentos distintos, que variam entre o luxo e a reconversão de edifícios de escritórios em habitação.
O presidente da ApexBrasil, Laudemir André Müller, diz ao JE que tem grandes expectativas para o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Tem como objetivo continuar a abrir mercados. Portugal tem um papel, mas também os PALOP estão na mira.
O Brasil registou, pelo terceiro ano consecutivo, um recorde de exportações de fruta. A estratégia é articulada com a Apex, que tem desempenhado um papel determinante na aproximação de produtores e exportadores.
Há 80 mil portugueses a viajar em cruzeiros no Mediterrâneo, Caraíbas, Bahamas e até no Alasca. O hantavírus parece não ter beliscado o negócio e alguns pagam 25 mil euros por noite numa suíte com mordomo 24 horas por dia. As empresas continuam a investir em luxo, novos destinos e superiates de última geração.
O Centro Presidencial Obama tem inauguração prevista para dia 19 de junho. E já tem o rótulo de um dos projetos mais controversos da memória política recente dos Estados Unidos.
É um dos mais influentes constitucionalistas nacionais. Mais do que isso: é um intelectual que pensa o mundo através do direito e não vive enclausurado na bolha académica. Na semana passada apresentou o livro “A Constituição Fluida”, reflexão sobre as transformações culturais políticas e jurídicas do mundo de hoje. Blanco de Morais tem horror a eufemismos. Num país cada vez mais pardo, ele defende ideias próprias e explica-as com metáforas jupiterianas.
A CEO da Siemens Portugal não esconde o entusiasmo pelas mudanças e velocidade que a Inteligência Artificial está a imprimir à vida de todos. Nesta conversa com o JE partilhou ainda como a influência familiar moldou a sua forma de gerir.
Plano prevê construção de nove centrais solares com baterias. Mas os atrasos nos apoios e a burocracia merecem muitas críticas. Duras. As regras de licenciamento no país estão “desatualizadas” e são penalizadoras.
O mercado de fusões e aquisições transfronteiriças de seguradoras está em grande dinamismo. O gigante alemão de seguros está prestes a comprar a portuguesa Caravela.
Fundada pelo milionário francês Claude Berda, e em Portugal desde 2016, a promotora já investiu 1,3 mil milhões. Tinha mais ideias à espera de concretização, mas nos últimos meses deu uma volta de 180º. Trocou o CEO e mudou a filosofia à procura de maior rendibilidade.
Depois da forte aceleração da execução do PRR, que chegou a 98%, através dos instrumentos de capital, vem aí o fundo de fundos focado na capitalização do tecido empresarial.
Paulo Rios de Oliveira, administrador da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) referiu que a entidade pública “tem o dever de fazer muitas coisas, entre elas ajudar de várias maneiras”.
Alexandria enquanto centro cosmopolita e do saber da humanidade. Eis o ponto de partida de Islam Issa, uma das vozes mais relevantes na investigação entre o mundo islâmico e o europeu.
Na conferência anual da AIMMAP, frisou-se que o setor dá cartas, mas tem de crescer mais. O que falta? Políticas, mas também mais ambição dos empresários portugueses.
Empresários partilham experiências de internacionalização, falam da capacidade de adaptação e da antecipação de problemas. E colocam o dedo na ferida, uma barreira chamada burocracia.