Helena Cortes Cavaco revelou no VIII Colóquio Hortofrutícola que a taxa média de resposta das candidaturas aos apoios das tempestades do inverno está nos oito dias. O colóquio, que decorreu esta sexta-feira, 17, em São Teotónio, Odemira, é promovido pela Lusomorango em parceria com a Universidade Católica e tem o JE como media partner.
Carlos Vicente disse, em S. Teotónio, que Portugal não tem uma visão estratégica para a agricultura. "Água que Une é um grande projeto, mas não estou bem claro qual é que é o futuro da nossa agricultura", afirmou o managing director da Vitacress, no VIII Colóquio Hortofrutícola. José Diogo Albuquerque moderou o painel, com Helena Cortes Cavaco e Luís Souto Barreiros, que se seguiu à intervenção de Miguel Morgado no fórum promovido pela Lusomorango e Universidade Católica em que o JE é media partner.
Conjunto de investimentos na região foram revelados esta sexta-feira no 8º Colóquio Hortofrutícola, organizado pela Lusomorango e que teve lugar em Odemira. No entanto, Macário Correia deixou o aviso: "Qualquer obra hidráulica relevante terá que passar pelo crivo judicial".
Resiliência é um termo que veio para ficar no léxico português e europeu. No 8º Colóquio Hortofrutícola, organizado pela Lusomorango esta sexta-feira, o professor da Católica explicou que o uso do termo está relacionado com uma espécie de resignação europeia, que deve dar lugar à ambição e crescimento.
"Espero que na UE não percamos a liderança no setor agroalimentar, porque noutros setores já perdemos essa liderança": esta foi a mensagem de alerta deixada por Gonçalo Santos Andrade, presidente da Portugal Fresh, no 8º Colóquio Hortofrutícola organizado pela Lusomorango.
O presidente da autarquia e o presidente da CCDR Alentejo alinharam na ideia de que é necessário fazer um "lóbi justo" para que a região possa reclamar mais habitação, educação e serviços públicos de qualidade, em virtude do aumento demográfico e do investimento que o concelho tem vindo a atrair.
Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima.
Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola. Durante a conferência Doing Business Angola 2026, Hugo Azevedo, CFO da instituição, defendeu uma aposta integrada em sectores estratégicos.
O debate sobre o Estado da Nação terá como um dos temas as falhas informáticas na plataforma de classificação digital dos exames do secundário. Com o ministro da Educação, fernando Alexandre, sob pressão dos partidos da oposição.
Com um vasto potencial em diamantes, cobre, ouro, lítio, terras raras e outros recursos, o país quer acelerar a captação de investimento para transformar a riqueza geológica em crescimento económico. Gestor defende que o maior activo para concretizar essa ambição não está no subsolo, mas na capacidade técnica dos angolanos.
Num dos painéis da parte da tarde do Doing Business Angola 2026, que decorreu esta quarta-feira em Lisboa, discutiu-se a “Energia para o futuro: um novo ciclo do oil&gás angolano". Numa conversa entre Alcides de Andrade, administrador executivo de ANPG e Edson dos Santos, Presidente do Conselho de Administração da Etu Energias.
No painel ‘Angola –Portugal: a nova agenda económica e as oportunidades de parceria’, da quarta edição do ‘Doing Business Angola’ ficou clara o bom momento que se vive no relacionamento entre os dois países. Mais do que simples exportações é tempo de criar parcerias efetivas.
Sebastião Gaspar Martins, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, revelou que a Galp quer investir novamente em Angola, reforçando a cooperação entre as duas empresas na área da exploração e produção. A notícia foi dada na conferência Doing Business Angola, em Lisboa, promovida pela Forbes África Lusófona e pelo Jornal Económico.
Depois de sair da produção petrolífera em 2024, ao fim de várias décadas, a companhia está interessada em voltar em investir, revelou presidente da Sonangol, considerando que a companhia tem uma "presença muito valiosa em Portugal" com participações na Galp e BCP.
Com investimento crescente, financiamento em preparação e uma rede empresarial já instalada, os dois países procuram dar um salto decisivo na relação bilateral. No Forum Euro-África 2026, os dois chefes de Estado apontaram à execução, à confiança e à ambição económica, com novos instrumentos — incluindo uma linha de crédito portuguesa de cerca de 500 milhões de euros — a abrirem caminho para uma parceria mais profunda e orientada para resultados partilhados.
Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, percorreu, na conferência "Doing Business Angola 2026", do JE e da Forbes África Lusófona, o enorme desenvolvimento de que o setor tem sido alvo nos anos mais recentes. Sempre no sentido da independência do país e do aumento da sua capacidade de resposta aos desafios.
O JE e a Forbes África Lusófona voltam a reunir decisores públicos, empresários e investidores para debater temas estruturantes como o ambiente de negócios, privatizações, financiamento da economia, mercado financeiro, petróleo e gás, turismo e os desafios de Angola e da Lusofonia num mundo em mudança.