Candidaturas à 14.ª edição do programa de aceleração gratuito do Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto decorrem até 20 de setembro. Há 18 vagas disponíveis.
O programa destina-se a 'startups' nacionais e internacionais com soluções tecnológicas escaláveis que já disponham de um produto desenvolvido ou de um produto mínimo viável (MVP) com potencial de integração nas operações das empresas parceiras.
A sociedade de capital de risco presidida por António Ramalho investiu na startup com tecnologia para a saúde dos animais de companhia, fundada por Guilherme Coelho, David Barroso, Paulo Fonseca e Virgílio Bento, CEO do unicórnio Sword Health.
Os empreendedores podem agora candidatar-se a este programa de transição energética justa até ao próximo dia 10 de setembro. Serão escolhidos 10 projetos, que se deslocarão ao Instituto Superior de Agronomia de Lisboa para formação e mentoria.
O Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto está a receber candidatos com ideias de negócio disruptivas até ao próximo dia 24 de setembro.
As 30 startups estrangeiras em Leiria são oriundas do Brasil, Estados Unidos, Ucrânia, Rússia, Índia e Quénia. Para este segundo semestre, a previsão é incubar 10 a 20 empresas e recebê-las no contexto das antigas e novas colaborações com os municípios de Alcanena, Batalha, Ansião e Alcobaça.
O mais recente investimento da sociedade de capital de risco, no valor de 250 mil euros, foi na empresa espanhola Quixotic 360, que tem serviços de software e 'cloud' para fornecedores de energia e comunidades de renováveis, avançou ao JE o 'partner' Tomás Penaguião.
A tecnológica de Londres vai utilizar o capital desta ronda, na qual participaram também o Clean Growth Fund e a Future Energy Ventures, para avançar no processo de expansão pelos Estados Unidos e para a Austrália.
A Aglaé Ventures, 'family office' de Bernard Arnault, investiu em cinco empresas tecnológicas este ano, nomeadamente na francesa H (ex-Holistic AI) e nas norte-americanas Lamini e Proxima.
A startup Solo, que se instala a 23 de setembro, será a terceira empresa tecnológica com capital dos Estados Unidos da América a vir este ano para a Incubadora de Empresas Desnuclearizada do IPG, depois da Seed by Seed e da AG-Transformer.
Fundada em 2017, pelos empreededores do gaming Chris Benjaminsen e Brian Meidell, a startup desenvolveu uma plataforma de criação de jogos baseada em inteligência artificial.
Meia centena de empresas foram apoiadas através do programa Business Abroad, que prevê entrada e exibição em conferências, e 70 por iniciativas de ligação à economia local, promovendo o contacto com agentes dos ecossistemas de Espanha, França, Brasil e Canadá.
Em causa estão o 'Early Stage Fund IX' com cerca de 563 milhões de euros para empresas da Europa em fase inicial, e o 'Growth Fund II' com 623 milhões de euros para empurrar as startups em elevado crescimento a avançarem para a entrada em bolsa.
Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa, referiu que “os Entrepreneurship Awards da Unicorn Factory Lisboa são um marco crucial no ecossistema empreendedor de Lisboa".
O empreendedor francês Jon Fath, cofundador e CEO da fintech Rauva, diz ao Jornal Económico que, mesmo o investimento na expansão além-fronteiras, será centralizado em Portugal. Sobre a compra do Banco de Empresas Montepio, Fath garante que decorre dentro da normalidade.
Os Estados Unidos conseguiram o maior número de unicórnios este ano, mas o mais valioso está na China. Nos 10 primeiros lugares há apenas uma europeia.
A Mycareforce – plataforma digital que gere a colocação de enfermeiros e de auxiliares de ação médica nas vagas disponíveis em instituições de saúde – tem 17.500 profissionais inscritos no país, dos quais cerca de 15 enfermeiros. No primeiro semestre, transacionou 1,7 milhões de euros.
Powerdot indica que este valor lhe vai permitir "reforçar significativamente o seu objetivo de expandir ainda mais os pontos de carregamento ultrarrápidos", querendo ultrapassar os 3.100 locais até 2026.
A capital portuguesa vai lançar mais um centro de inovação digital, que será formalmente anunciado na Web Summit, depois dos 'hubs' dedicados ao 'gaming' (2023), à Web3 (maio) e à Inteligência Artificial, que está quase a chegar com o apoio da Google e Microsoft.
A Growappy, uma plataforma digital dedicada ao sector da educação, fechou a sua primeira ronda de financiamento através da Caixa Capital, a unidade de capital de risco da CGD.
A empresa liderada por Luís Alves Dias foi escolhida para estar no ILTACON 2024. "O nosso software já está a ajudar os nossos clientes a recuperar em média 22,1% do tempo em redação jurídica", garante o cofundador e CEO.
Projeto ST3ER pretende impulsionar projetos que promovam a transição digital e verde em cinco países europeus, sendo dinamizado em Portugal pela UPTEC. As candidaturas decorrem até 30 de setembro.