Candidaturas à 14.ª edição do programa de aceleração gratuito do Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto decorrem até 20 de setembro. Há 18 vagas disponíveis.
O programa destina-se a 'startups' nacionais e internacionais com soluções tecnológicas escaláveis que já disponham de um produto desenvolvido ou de um produto mínimo viável (MVP) com potencial de integração nas operações das empresas parceiras.
O financiamento agora obtido irá reforçar a estratégia internacional da SkillUp, que inclui a contratação de cerca de 50 novos talentos para o seu centro de I&D em Portugal até 2028, anuncia a empresa esta segunda-feira, 14 de julho.
O objetivo passa por posicionar ambas as cidades como hubs tecnológicos estratégicos no sul da Europa, promovendo os programas de apoio ao empreendedorismo.
Neste módulo, a EDP procura startups e empresas que desenvolvam soluções inovadoras para acelerar a implementação de energias renováveis, melhorar o desempenho do seu portefólio e gerar mais valor através da integração de armazenamento e da maximização da participação em diversos mercados de energia.
Apesar da corrida para a inovação e das imensas startups que vimos nascer, as europeias não têm uma vida fácil no que diz respeito ao financiamento. Isto deve-se ao facto de haver "menos dinheiro disponível" na Europa, segundo revelou Thijs Povel, fundador da Dealflow.eu e 'managing partner' da Ventures.eu.
Foi concluída uma ronda de investimento de 8 milhões de dólares levantada pela Brij (startup tecnológica norte-americana especializada em soluções de inteligência artificial - IA) co-liderada pela Bright Pixel.
Interesse foi manifestado na Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos e as autoridades vão explorá-lo, para desenvolver parcerias que levem à criação de mais empresas.
Este novo investimento, co-liderado pela Indico Capital Partners e pela Iberis Capital, "permitirá à Primetag continuar a desenvolver e escalar ainda mais a Universe, considerada a solução de IA mais avançada atualmente disponível no mercado de marketing de influência", refere a empresa em comunicado.
As startups interagiram com grandes empresas como a Tencent, Alibaba, Fosun Capital, Lenovo e Peak Re, onde exploraram oportunidades de investimento, negócio e expansão internacional.
A ronda liderada pela General Catalyst irá acelerar a evolução do modelo de AI Care da Sword, impulsionando a expansão para outras áreas de saúde e dando continuidade à estratégia de fusões e aquisições da empresa. Nesta ronda participam cinco investidores portugueses.
O evento, que assume o formato de Demo Day, "o maior deste tipo a ser realizado em Portugal, contará com duas sessões de apresentações e demonstrações de produto em que diversas startups de setores e fases de desenvolvimento distintos terão de persuadir Angel Investors, Venture Capitals e empresas a investir ou colaborar com pitches curtos e impactantes", explica a Junitec.
A 10ª edição do programa vai selecionar até 125 empresas portuguesas, sendo que duas destas empresas serão distinguidas com prémios monetários: a startup mais promissora (15 mil euros) e a startup com melhor desempenho no bootcamp e na conferência (5 mil euros). No ano passado, as empresas Framedrop.ai e Deeploy foram as distinguidas pelas premiações.
Na categoria Educação de Qualidade, a startup Growappy foi o projeto vencedor, enquanto a Equivalence foi a premiada na categoria Integração de Migrantes. Já na vertente de Acesso a Cuidados de Saúde, a startup Usawa Care foi a vencedora com a sua solução.
O novo hub de inovação e empreendedorismo ligado à Startup Leiria conta com o apoio da Câmara Municipal de Alcanena e da Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa e tem como objetivo "incubar 50 startups, atrair cinco milhões de euros em investimento e gerar 100 novos postos de trabalho até 2028".
A empresa prevê que esta nova unidade atinja o break-even logo no primeiro mês após a abertura, tal como tem sucedido nas aberturas realizadas em Portugal. Com esta expansão, a BHOUT reforça a sua ambição de se tornar uma marca global de referência no setor do fitness inteligente, combinando tecnologia, ciência e entretenimento numa proposta única que agora cruza fronteiras.
São três empresas de capital norte-americano, uma de capital indiano e várias de investidores nacionais que "já estão a inovar no acesso ao micro-crédito, no recrutamento de recursos humanos e na agricultura digital, entre outras áreas, mas novas empresas se irão seguir", segundo o Politécnico da Guarda (IPG).
A Litehaus, a startup que disponibiliza casas em 3D e com tecnologia modular, fechou uma ronda de investimento pre-seed de 1,46 milhões de euros, com participação da Explorer Investments, Cornerstone VC, Pascal Levy-Garboua e Claster Group, para resolver uma das crises mais urgentes atuais: o acesso à habitação em Portugal.