Área Metropolitana do Porto com uma taxa de execução do PRR de 78%

"Eu lembro que no início do ano a situação da AMP era muito difícil e muito complexa a este respeito. Nós comparávamos muito mal em termos nacionais, mas houve um esforço gigantesco que eu tenho de agradecer e enaltecer (…) para podermos ter feito, eu diria, uma recuperação relâmpago, uma recuperação recorde", afirmou hoje aos jornalistas Pedro Duarte, que é também presidente da Câmara do Porto, após uma reunião do Conselho Metropolitano do Porto.

Área Metropolitana do Porto com uma taxa de execução do PRR de 78%
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O presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Pedro Duarte, enalteceu hoje a “recuperação relâmpago” da Área Metropolitana do Porto (AMP) na taxa de execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), atualmente a 78%.

“Eu lembro que no início do ano a situação da AMP era muito difícil e muito complexa a este respeito. Nós comparávamos muito mal em termos nacionais, mas houve um esforço gigantesco que eu tenho de agradecer e enaltecer (…) para podermos ter feito, eu diria, uma recuperação relâmpago, uma recuperação recorde”, afirmou hoje aos jornalistas Pedro Duarte, que é também presidente da Câmara do Porto, após uma reunião do Conselho Metropolitano do Porto.

De acordo com dados recolhidos a 26 de maio, e hoje apresentados por este órgão, a taxa de execução do PRR na AMP é de 78%, sendo que a AMP Oriental (constituída pelos municípios de Paredes e Valongo) é a que apresenta a maior taxa de execução, de 92%, e a AMP Centro Oriental (Gondomar e Porto) a menor taxa, de 67%.

“Agora, vamos tentar executar 100% do PRR e, portanto, não desperdiçar nenhuma verba. É para isso que estamos a trabalhar”, acrescentou o autarca.

Na reunião de hoje, foi também revelado que já não há candidaturas por avaliar no âmbito do programa Norte 2030, o que Pedro Duarte vê como um “bom indicador”, já que em janeiro a AMP tinha “praticamente 500 candidaturas por analisar”, um número que classificou “assustador”.

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