Pode a literatura ser casa?

A pergunta é retórica. Claro que a literatura é casa.

Pode a literatura ser casa?
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Para todos aqueles que a acarinham, que voam para longe com e através dela. Ou para muito perto, até à Póvoa do Varzim, para mais uma edição do Correntes d’Escritas. Que presta homenagem a Laborinho Lúcio, convocando, também, o seu repto como tema: “A Casa”. Ou não tivesse ele apelado à criação de “um título que represente a pertença de todos quantos nelas participaram ao longo dos anos, que faça sentir o afeto que todos ligou, que dê expressão ao sentido efetivo desta comunidade em que nos tornámos e onde se criaram elos, cumplicidades indestrutíveis.” Esse título só pode ser um: “A Casa”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 20 de fevereiro.

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