João Rodrigues Pena, Empresário, Gestor e Consultor

Conselheiros: os incómodos, os acomodados … e os que valem o que recebem

“Tom, you know you are a son to me. You are part of the Family. And some day, and that day may never come, I will call upon you to do a special service, just for me.” Don Corleone para o seu Consigliere Tom Hagen, O Padrinho I

N’”O Padrinho”, Don Vito Corleone valoriza profundamente Tom Hagen, o advogado e consigliere da Família. Não tendo sangue Corleone, Hagen trata de temas jurídicos importantes e dos desafios mais sensíveis da Família. Don Vito vê Tom como um ativo leal e inteligente, satisfeito com o seu papel e sem ambições por isso confiável. Por mais tensa que fosse a situação, Hagen não perde a calma ou a compostura, escolhe sempre as palavras mais apropriadas e o tom com que as profere. A sua posição como Consigliere é delicada e exige uma postura discreta, humilde e obediente – Tom sabe que o seu poder e a confiança que a Família deposita em si podem desaparecer de um momento para o outro.

Tom Hagen é o perfeito modelo do conselheiro de confiança em empresas familiares. Antes uma coisa rara, a incorporação de assessores externos independentes nestas empresas tem estado a ganhar cada vez mais força, muito por via do “passa palavra” entre líderes, com a opção entre dois modelos.

Conteúdo reservado a assinantes. Veja o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 13 de junho.

 

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