Preço do cabaz alimentar volta a aumentar em quase 3%

Enquanto a carne e o peixe verificaram descidas homólogas de preço, as frutas e os legumes aumentaram. No entanto, foi o segmento de mercearia que disparou quase 18% e mais contribuiu para o aumento.

Preço do cabaz alimentar volta a aumentar em quase 3%
Cabaz

O cabaz alimentar está hoje mais caro que no mesmo dia do ano passado. Ainda que algumas categorias tenham verificado uma descida de preço face ao período homólogo, observou-se uma subida dos 62 produtos para 225,58 euros face aos 219,22 euros do ano passado.

Perante a análise, a Deco Proteste assume uma diferença geral de 2,90%, o equivalente a 6,35 euros.

Em detalhe, a carne observou uma descida homóloga ligeira, com uma redução de 0,19 euros (0,49%). A carne foi o segmento que menos desceu no período de um ano, sendo que o seu valor no cabaz ascende a 38,70 euros.

Seguiu-se o peixe, numa descida de 3,66%, ou 2,70 euros. Em novembro de 2023, os peixes do cabaz acumulavam 71,02 euros, enquanto no ano anterior o preço era de 73,72 euros. Por sua vez, os laticínios verificaram uma quebra de 3,69%, ainda que apenas desceram 0,51 euros para os 13,40 euros.

Já os congelados apresentaram uma descida homóloga de 8,45%, significando uma queda de 1,40 euros. Em termos práticos, os congelados do cabaz de 62 artigos da Deco Proteste passaram de 16,60 euros para 15,20 euros.

Em sentido contrário, as frutas e legumes viram o seu valor aumentar. Num ano, o preço das frutas e legumes cresceu 8,84%, o equivalente a 2,39 euros. Neste período, os vegetais passaram de 27,07 euros para 29,46 euros.

Ainda nos aumentos, o segmento de mercearia (arroz ou massas) disparou 17,88%, o maior valor homólogo. Trata-se de um aumento de 8,77 euros para 57,79 euros em artigos de mercearia.

Preço do cabaz sobe no mês

Em termos mensais, o cabaz alimentar de 62 produtos viu um aumento de 1,56% ou 3,46 euros. Em outubro deste ano, o valor do cabaz era de 222,12 euros.

Entre outubro e novembro, a carne, congelados e laticínios observaram uma redução. As carnes caíram 1,31% (0,52 euros), os congelados ficaram 4,26% mais baratos (0,68 euros) e os laticínios perderam 1,52% (0,21 euros).

Já o segmento de mercearia viu o preço crescer 1,89% (1,07 euros), enquanto o preço do peixe cresceu 3,69% (2,53 euros) e as frutas e legumes viram um aumento de 4,44% (1,25 euros).

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