Cervejas da Madeira aumenta vendas em 40% e olha para China

O mercado da China tem estado fechado desde o aparecimento da pandemia em 2020. Este mês a ECM promove uma atividade comercial no país e espera retoma das vendas.

Cervejas da Madeira aumenta vendas em 40% e olha para China
miguel-de-sousa

A Empresa de Cervejas da Madeira (ECM) espera que 2023 seja o ano da superação dos valores registados no período de pré-pandemia, depois do relançamento verificado em 2022. O presidente do conselho de administração da empresa, Miguel de Sousa, refere ao Económico Madeira que em maio será feita uma iniciativa comercial na China, dirigida à cerveja e à Brisa Maracujá, com o objetivo para retomar a atividade comercial neste país o mais rapidamente possível.

Miguel de Sousa diz que, este ano, até março, a ECM teve um aumento de vendas de quase 40% face ao ano passado.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 5 de maio.

Relacionado

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Ruben Pires3 Set
De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.
Irão: Choque energético “ainda não terminou” e IA aumenta procura por energia, diz FMI

Irão: Choque energético “ainda não terminou” e IA aumenta procura por energia, diz FMI

"O estreito de Ormuz continua, em grande parte, fechado, as reservas estratégicas de petróleo e gás terão de ser repostas, a IA aumenta a procura de energia e o inverno aproxima-se no hemisfério norte", afirmou Kristalina Georgieva, na terça-feira 1 de setembro, no final da reunião dos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do G20 em Asheville, no estado norte-americano da Carolina do Norte.