Com um portfólio recheado, a Faber, empresa de capital de risco portuguesa, prepara-se para novos investimentos na área do deep tech. Objetivo continua a impulsionar startups nas fases de pre-seed e seed.
Fundada em abril de 2019 por Alexandre Berriche e Sevan Marian, a empresa começou a operar em Espanha três anos depois, fatura dois milhões lá e agora completa a expansão na Península Ibérica.
A ex-Sonae IM encabeçou o financiamento (série B) que também contou com a participação das sociedades de capital de risco Albion VC, Cambridge Innovation Capital e Amadeus Capital Partners, anteriores investidores desta empresa de operações de 'machine learning'.
O objetivo é colmatar uma falha de mercado que a sociedade de capital de risco pública considera que ainda existe no ecossistema de empreendedorismo: capacitar as empresas com os meios necessários o desafio que é a expansão do negócio além-fronteiras.
As árvores e a blockchain têm mais em comum do que talvez imaginássemos. "Vamos criar digital twins (“gémeos digitais”) da floresta que depois nos irão permitir escalar a solução para qualquer parte do mundo”, avança ao Jornal Económico o cofundador da empresa CO2offset.
A empresa portuguesa que venceu o ‘pitch’ da Web Summit 2021 adquiriu a Tuvis, que desenvolve tecnologia baseada em machine learning para controlo de qualidade de linhas de produção têxtil, e abriu um escritório no bairro de Maslak.
A empresa de tecnologia para gestão de redes de fibra ótica antecipa expandir atividade para o mercado norte-americano ainda este ano, portanto está em contacto com sociedades de capital de risco europeias para angariar novo financiamento.
A startup portuguesa estará na Web Summit do Rio de Janeiro a anunciar formalmente a expansão para o Brasil, que surge depois de um investimento da M4 Ventures.
O dinheiro angariado vai permitir que as startups paguem as contas fixas e os salários dos empresários na próxima semana e continuar a atividade enquanto o dinheiro está empatado nas contas do banco de investimento.
A consultora de inovação – que nasceu na British Columbia em 2009 e, dez anos depois, estava a abrir um escritório em Évora – tem um acordo com o Governo para atraiar 50 empresários por ano para o interior até 2026.
Ao cabo de seis anos, a Visor.ai pretende ser a principal referência internacional em Inteligência Artificial aplicada aos contact centers. O financiamento será aplicado na contratação de novos talentos e na investigação e desenvolvimento.
A startup portuguesa que criou uma solução digital para o tratamento de patologias músculo-esqueléticas abriu, recentemente, em Lisboa, destinando-se uma parte das vagas para aí.
Fruto de uma parceria entre o LACS e o BCP, o público do MEO Rip Curl Pro Portugal 2023 terá uma zona de trabalho com Wi-Fi e eletricidade para carregar dispositivos.
Um mês depois da entrada em Itália e de uma ronda de investimento de 15 milhões de euros, a Coverflex adquiriu uma empresa de vales de refeição italiana, a EatsReady. A startup portuguesa faz agora parte do grupo restrito de dez empresas em Itália a operar no mercado de vales de refeição e quer expandir os benefícios extrassalariais.