Com um portfólio recheado, a Faber, empresa de capital de risco portuguesa, prepara-se para novos investimentos na área do deep tech. Objetivo continua a impulsionar startups nas fases de pre-seed e seed.
Fundada em abril de 2019 por Alexandre Berriche e Sevan Marian, a empresa começou a operar em Espanha três anos depois, fatura dois milhões lá e agora completa a expansão na Península Ibérica.
O financiamento foi liderado pela sociedade de capital de risco portuguesa Faber e contou ainda com a participação de investidores como a Innoport VC, a Two Ravens, a MD-One, a Riverstone Ventures, a Idlewild Management LLC e a Sukna Holdings.
Estas operações foram realizadas pela Portugal Ventures, através do Fundo de Capital de Risco Atlântico com apoio financeiro do Fundo de Capital e Quase Capital (FC&QC) gerido pelo Banco Português de Fomento, em parceria com a August One, sociedade de capital de risco sediada em Singapura.
O investimento visa permitir que a startup lidere a captura de dados de todas as fontes de dados digitais, onde se incluem a web, dispositivos móveis e Internet of Things, num só plataforma.
“Não existem bancos digitais dedicados exclusivamentea este segmento de empresas e nós queremos colmatar esta lacuna e ter um impacto real na economia”, diz ao JE o CEO da Rauva, Jon Fath.
Startup que foi vendida ao grupo italiano Mundys (antiga Atlantia) quer marcar identidade 100% própria e está pronta para cortar o último laço com a gigante alemã, o do imobiliário.
Em entrevista ao Jornal Económico, Madalena Clara, Innovation Manager na Unlimit, fala sobre o programa Aceler@Tech, que visa acelerar startups focadas no sector do turismo. O desafio está lançado, com as inscrições a acontecer até esta sexta-feira, 15 de setembro, e vai contar com parceria de várias empresas do sector.
Pedro Sacramento, responsável de Programas e Operações da Startup Portugal, diz que algumas rondas de financiamento ainda podem não estar fechadas e, tradicionalmente, o segundo semestre traz montantes maiores. A menos de três meses da Web Summit, convida novas empresas a juntarem-se à iniciativa que as prepara para a conferência.
A startup portuguesa Paycritical, através da área de negócio de Grazie, investiu mais de 150 mil euros numa solução que permite ao cliente não só pagar a conta como fazer o pedido do que quer à mesa.
O banco abriu candidaturas para dois projetos que começam no início do próximo mês: o “X Launch”, para auxílio na entrada no mercado, e o “X Explorer”, na vertente da sustentabilidade do negócio.
Este reforço no financiamento vai permitir que a Infraspeak continue a aumentar as operações, a equipa (tem 164 colaboradores atualmente) e ainda a expansão global. Startup quer acelerar expansão para América Latina e focar-se no mercado europeu.
"A grande poupança está mesmo no valor do carro, que é 30 a 40% mais baixo no mercado internacional do que nos stands portugueses, porque a oferta é muito maior no estrangeiro", explica António Eça, referindo ainda que a Importrust não apresenta "extras ocultos nem condições nas entrelinhas".
"Os desafios da responsabilização, da segurança nacional e da desinformação estão a aumentar e temos a responsabilidade de enfrentar esses desafios através de uma inovação ponderada", aponta John B. Jaeger, cofundador da startup.
As portuguesas Simby, Santa Farm Technology e a build.ing, são as três startups que vão representar Portugal na final europeia do ClimateLaunchpad 2023, a maior competição cleantech do mundo e é organizada.
"É crucial perceber que os investidores não são lobos cruéis nem anjos altruístas. São indivíduos voltados para os negócios. Este desafio é especialmente prevalente em startups da área da saúde, onde estudantes e médicos muitas vezes tomam a iniciativa de inovar e formar equipas sem a perspicácia", alerta a EIT Health.
Startups selecionadas irão exibir-se na Web Summit 2023. Até 125 startups portuguesas podem aceder a participarem na Web Summit. O programa já impulsionou a participação de mais de 750 startups.
A empresa, criada em setembro do ano passado por João Valente e Paulo Montez, tem já mais de 12 milhões de euros em carteira e cerca de mil clientes. O negócio consiste em agregar vários planos de companhias diferentes numa plataforma e, através de uma Q&A online, mostrar ao cliente a melhor opção.
O concurso “Sword AI Challenge” desafia concorrentes a trazerem ideias e conhecimento técnico para apresentar soluções inovadoras na área da Inteligência Artificial, mais precisamente grandes modelos de linguagem.