A Bee Iellow vai introduzir no mercado nacional a comercialização das primeiras palhinhas biodegradáveis.
Com a designação comercial de Sorbos, além de biodegradáveis, estas palhinhas são também comestíveis, aromatizadas e personalizáveis.
Segundo os responsáveis da Bee Iellow, “a Sorbos é um produto único no mundo” e “o grande potencial que tem este produto é que é um sólido que em contacto com o líquido em nenhum momento se desfaz, não deixa migrar a cor ou sabor e mantém-se rígida em média 20 minutos em bebidas naturais e até 45 minutos em bebidas frias”.
“Este é poder e o valor acrescido que temos com o nosso produto que levou mais de um ano a desenvolver com engenheiros alimentares e a Universidade de Barcelona”, tendo decorrido cerca de quatro anos entre a ideia e o produto que agora chega ao mercado nacional.
De acordo com os responsáveis da Bee Iellow, a Sorbos divide-se em duas grandes bases: em primeiro, o valor acrescido para o mundo da restauração; e em segundo, o tema da sustentabilidade.
“Desde o início ao fim do processo, não geramos nenhum resíduo que não seja biodegradável, 100% reciclável ou neste caso comestível. Por isso, criámos sinergias através do tema da sustentabilidade ambiental, através do problema dos plásticos no mar, dos microplásticos e ao mesmo tempo criando consciência do mesmo junto dos consumidores, seja porque sofrem diretamente com isso como quem gosta de estar na praia, praticar surf, fazer pesca, etc., e, por outro lado, os que estando longe ou por não gostarem, já começam a encontrar microplásticos na refeição, seja ela peixe ou mesmo o sal marinho”.
Atualmente, são produzidas mais de 500 milhões de palhinhas de plástico todos os dias, usadas em bebidas de todos os tipos, desde sumos até ‘cocktails’ com álcool.
No entanto, estas palhinhas representam danos ambientais significativos por as suas componentes levarem muitos anos para se decompor na natureza.
Segundo os últimos cálculos, 90% dos resíduos no mar são plástico e seus derivados.
Quando se fala em palhinhas, fala-se de uma vida útil de quatro minutos e de mais de 400 anos para se decomporem.
“Vamos pensar que pela primeira vez no mundo da restauração, tudo o que está dentro de um copo tem um sentido aromático ou comestível, pela primeira vez tudo faz sentido. Isto só se consegue com Sorbos. Temos o cliente com a bebida, introduzimos Sorbos, ele(a) consome a bebida e por fim pode comer Sorbos com o sabor da bebida. Isto porque a palhinha faz um efeito esponja e vai absorvendo o sabor da bebida enquanto está em contacto com a mesma”, adianta o referido comunicado da Bee Iellow.
A Bee Iellow, além de ser o representante para Portugal da primeira palhinha biodegradável do mercado, comercializa produtos “que se enquadram no espírito inovador, criativo e sustentável que é matriz desta empresa desde o seu início e é, por isso, representante da marca Sorbos e veículo para a sua implementação e desenvolvimento junto do mercado português”.