O prolongamento da linha verde do Metro de Lisboa, que levará à criação da única linha circular do metropolitano da capital, garantiu ‘luz verde’ para avançar por parte do Tribunal de Contas.
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Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa assegura que “o contrato para a ‘empreitada de conceção e construção dos acabamentos e sistemas no âmbito da concretização do Plano de Expansão – Prolongamento das linhas Amarela e Verde, extensão Rato/Cais do Sodré – do Metropolitano de Lisboa (lote 4)’, recebeu visto prévio por parte do Tribunal de Contas”.
Assim, o contrato assinado entre o Metro e às construtoras Zagope, Comsa, ACE, entra oficialmente em vigência. A expansão da linha circular vai custar 69,93 milhões de euros, um valor ao qual ainda acresce IVA.
“No âmbito deste contrato encontram-se compreendidos, trabalhos de acabamentos, incluindo alvenarias, revestimentos, serralharias, mobiliário, sinalética, redes hidráulicas, elétricas, de telecomunicações e de supervisão das instalações técnicas, redes de dados e de segurança, bem como os trabalhos de via-férrea, sistemas de bilhética, entre outros”, nota o Metro de Lisboa.
A empresa defende que os trabalhos incluindo no contrato são “necessariamente sequenciais às empreitadas em curso”, nomeadamente dos lotes 1 e 2, que envolvem a construção dos troços Rato/Santos e Santos/Cais do Sodré, e também ao lote 3, que prevê a concretização do plano de expansão do prolongamento das linhas Amarela e Verde, referente aos viadutos do Campo Grande.
Estes trabalhos, com um custo global aproximado de 70 milhões de euros, vão decorrer durante 603 dias, o que equivale a ano e meio.
O Metro de Lisboa lembra que este contrato do plano de expansão vai viabilizar a “criação de um anel envolvente na zona central da cidade de Lisboa”.