“Todas as profecias da oposição à direita falharam”, garante líder parlamentar do PS

No debate do Estado da Nação, Eurico Brilhante Dias apontou o dedo aos sociais-democratas. A "cantilena do empobrecimento" não se concretiza, garantiu. Em resposta, António Costa referiu que o PSD sempre governou num "ciclo de empobrecimento".

“Todas as profecias da oposição à direita falharam”, garante líder parlamentar do PS
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Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar do Partido Socialista (PS), não tem dúvidas de que “Portugal está melhor, acima de tudo porque não é o país que a oposição previu”, já que “todas as profecias da oposição à direita falharam”. As declarações foram prestadas no debate do Estado da Nação, que teve lugar esta quinta-feira, na Assembleia da República.

Nesse sentido, o Governo implementou políticas que apoiaram “os mais vulneráveis”, de forma a manter a “capacidade de fazer reformas e apostar no futuro do país. Em simultâneo, Brilhante Dias aponta o dedo ao Partido Social Democrata (PSD) pela “cantilena do empobrecimento”, que é contrariada pelos “factos”.

“Os vencimentos na SegurançaSocial estão a crescer 8% face ao período homólogo”, sublinhou o responsável, além de apontar para as taxas de desemprego, que “continuam em mínimos”, depois de o país ter agido de forma a “responder à guerra e à inflação”, sendo que, ao mesmo tempo, apoiou “empresas e famílias”

Em resposta ao líder da bancada parlamentar dos socialistas, António Costa deixou claro, em tom de crítica ao PSD, que o Governo não faz “retórica aos problemas” mas, pelo contrário, reconhece que estes são “reais” e procura trabalhar em prol de “respostas e soluções”.

O primeiro-ministro acusou a oposição de ignorar que “a receita [fiscal] sobe porque a economia está a crescer, há muito mais pessoas a trabalhar, os salários estão a subir e por isso as contribuições para a Segurança Social estão a aumentar”. Ao apontar para outros fatores, o chefe de governo diz que o PSD erra no “diagnóstico e fá-lo desde 2015”.

“A alternativa deles é muito simples. É voltar a andar para trás, para o ciclo de empobrecimento em que sempre governaram”, rematou o primeiro-ministro.

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