A semana acentuou a divergência entre os setores “hard tech”, sobretudo semicondutores e IA, e áreas mais sensíveis ao ciclo económico, como software, energia e até alguns ativos especulativos como a Bitcoin.
O preço de referência do Brent está a descer 1,53%, colocando o barril a um preço de 68,17 dólares, enquanto o texano WTI perde 1,70% para 64,60 dólares.
Às 11h da manhã de Portugal, o Brent estava a perder 0,40%, fixando o preço do barril nos 77,33 dólares, enquanto o texano WTI desce 0,43% para 73,33 dólares.
Na passada segunda-feira, os futuros de brent atingiram o nível mais baixo desde o início de janeiro, juntamente com os futuros do texano WTI. Nesta quarta-feira, ambos sobem mais de 2%.
De acordo com os dados mais recentes, na semana de 19 de julho os stocks de petróleo norte-americanos caíram para 3.7 milhões de barris e os inventários de gasolina desceram para 5,6 milhões de barris.
Na abertura dos mercados o Brent caiu 0,11% para 84,16 dólares e o texano WTI desceu 0,13% para 79,62 dólares. Ambos os índices registaram subidas na passada segunda-feira, tendo ganho mais de 2%.
A descida dos preços do petróleo tem estado associada à decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP+) que anunciou, a 2 de junho, que poderá aumentar a sua produção de barris no quarto trimestre do ano. Todavia, isto só acontecerá se as condições de mercado o permitirem.
O Brent já registou durante o dia de hoje uma subida de 0,80%, e o WTI um aumento de 0,91%. Já a Arábia Saudita aumentou, pelo terceiro mês consecutivo, os preços do seu petróleo, cujo seu principal destino é a Ásia.
Ainda antes da abertura da praça portuguesa, o brent negociava abaixo dos 83 dólares. Pelas 13h já negoceia ligeiramente acima, apesar do preço do commodity ainda se encontrar em queda.
A inflação dos Estados Unidos foi conhecida hoje, tendo aumentado 0,1% face ao mês anterior, um dado que fez com que o preço do petróleo texano WTI tenha caído quase 4%.
O corte anunciado no domingo pelo Iraque, Argélia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Omã e Kuwait vai ter início em maio e prolonga-se até ao final do ano.