Nas cerimónias do Dia de Portugal, é comum ver figuras de Estado com um semblante de ateus forçados a assistir a uma cerimónia religiosa, numa atitude de indiferença e cinismo.
Os ataques de André Ventura, embora nem todos, são agora um pouco mais calibrados e têm uma via de fuga argumentativa que lhe permite insinuar o que, com tantos votos e ambição, agora já não pode dizer.
Numa cultura que declarou guerra aos costumes, à natureza e ao realismo, reina um assustador desinteresse em passar a tocha da vida à geração seguinte.