Aveiro, Braga, Lisboa e Porto são os distritos onde se encontram estes “operadores do Orb”, quem trabalha com as bolas cinzentas que dão criptomoedas e alegam que provam que alguém é mesmo humano, num contexto de Inteligência Artificial e falsos ‘bots’.
Cabe à sociedade decidir como utilizar a tecnologia, e depois legislar e regular a sua utilização, até porque as actuais assinaturas digitais qualificadas têm bastantes fragilidades que interessa colmatar.
Está na mão dos reguladores fazer aplicar o Pilot DLT com eficácia ainda este ano. Como este é um regulamento aplicado no contexto do passaporte europeu dos serviços financeiros, é possível ganhar vantagens competitivas.
As criptomoedas continuam a ser apenas uma reserva de valor. Ainda assim, as notícias referidas neste artigo não deixam de representar importantes passos no sentido de facilitar a aplicabilidade económica das criptomoedas em Portugal.