A obrigatoriedade de “trabalho social” invoca a reprovação moral de quem alegadamente “não faz nada” e, por isso, se necessita de algo, tem de o “merecer”.
A adaptação climática não pode continuar a ser vista como um apêndice das políticas públicas. É uma condição para garantir que Portugal continua habitável, seguro e competitivo. Falta coragem política e compromisso financeiro.
Ao dia de hoje, a expectativa é que os juros possam subir dos 2% para 2,75%, mais 30% até ao final do ano. Esta subida, a verificar-se se o conflito não terminar no próximo mês, traduzir-se-á num aumento de custos de financiamento para empresas, particulares e o próprio Estado.
As iniciativas apresentadas são implementadas na base do exercício da maioria parlamentar, sem serem verdadeiramente consensualizadas. É este círculo vicioso que urge quebrar.
Falta à Bússola da Comissão Europeia um novo modelo de desenvolvimento da economia e consensos em domínios-base como na energia e aprofundamento das componentes do mercado único.
Manter uma língua viva é salvaguardar o património de um país, formas de estar plurais, diferenças que enriquecem a todos. A língua mirandesa é parte integrante da cultura portuguesa, logo, cabe-nos a todos protegê-la e dar-lhe nova vida.
Lisboa tem atraído desde os mais ricos até aos mais pobres, e é na diferença de tratamento que conseguimos ver como se tornou uma cidade de profundas desigualdades.