A decisão foi tomada na sexta-feira pela juíza Jeannette Vargas, do Tribunal Distrital do Estados Unidos da América (EUA) para o Distrito Sul de Nova Iorque.
Entre eles está um único país europeu, a Bielorrússia. O despacho de 23 de janeiro corrige uma versão de novembro, na qual se indicavam 96 países, e complementa a lei de entrada e permanência de estrangeiros, atualizada em maio de 2025 (decreto-lei 13 de 2025).
“O atual processo de seleção aleatória para registos de vistos H-1B era explorado e abusado por empregadores americanos que procuravam, principalmente, importar trabalhadores estrangeiros com salários mais baixos do que pagariam a trabalhadores americanos”, disse Matthew Tragesser, porta-voz do Serviço de Cidadania e Imigração, citado pela AP.
Em causa está o novo Sistema de Cauções de Visto, de acordo com a Embaixada dos Estados Unidos em Angola e São Tomé e Príncipe. Cidadãos de São Tomé e Príncipe, Mali, Mauritânia e Tanzânia estão sujeitos a novas regras a partir de 23 de outubro.
Nas últimas três décadas, jovens engenheiros indianos reforçaram a inovação em Silicon Valley, mas as restrições de Donald Trump ameaçam setor tecnológico nos EUA e na Índia.
Num aviso citado pela agência AP, a ser publicado na terça-feira no diário oficial do governo norte-americano (Federal Register), o departamento informa que vai iniciar um programa piloto de 12 meses que impõe cauções de 5.000 (4.300 euros), 10.000 ou 15.000 dólares no caso de países cujos cidadãos excedem com frequência as taxas de permanência deste tipo de vistos e que têm controlos internos deficientes de segurança de documentos.
O sistema, conhecido como ETIAS, ainda não foi implementado. A autorização, adotada em 2018, foi adiada diversas vezes e agora está prevista para entrar em vigor no quarto trimestre de 2026. Foi feita uma proposta para aumentar a taxa de 7 euros para 20 euros.
A preocupação foi exposta na cerimónia de abertura da 17.ª Cimeira de Negócios EUA-África, que decorre até quarta-feira em Luanda, e alertou para o que considerou como obstáculos aos negócios, aludindo às decisões da administração norte-americana de aumentar tarifas e alargar proibições de viagens a mais 36 países africanos, incluindo os lusófonos Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
"Continuaremos a bater à porta da Comissão Europeia para baixar o limiar para visitantes vindos de fora da Europa", disse o presidente da Confederação Europeia das Associações de Agências de Viagens e Operadores Turísticos (ECTAA, na sigla em inglês).
“Vamos continuar a otimizar as nossas políticas de entrada, a alargar o número de países isentos de vistos e a convidar mais amigos internacionais a experimentar os produtos, serviços e ofertas de consumo de qualidade da China”, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Lin Jian, em conferência de imprensa.
O Público avança esta quinta-feira, 15 de maio, que a bandeira do Governo para a política migratória, o protocolo assinado com as confederações empresariais, apresenta zero resultados. Até ao momento, nem um só visto foi emitido ao abrigo do protocolo.
Documento será enviado ao Parlamento após a recolha de assinatura dos vários ministros, disse ao Jornal Económico (JE) o gabinete do Executivo de Américo Ramos.
O Governo norte-americano justificou esta medida pela recusa do Presidente colombiano, Gustavo Petro, em "aceitar dois voos de repatriamento que tinha autorizado anteriormente".
A Europa é o continente que tem mais passaportes no top20, com o terceiro lugar a ser ocupado pela Finlândia, França, Alemanha e Itália, todos empatados. Já o segundo lugar pertence a um país asiático, Japão.
A demora na atribuição de vistos a que o Jornal Económico deu relevo há três meses está a dificultar a vinda para Portugal de estudantes de países extra-comunitários, incluindo todos os países de língua oficial portuguesa. O problema é levantado de novo esta quinta-feira pelo jornal Público.
Economia : Numa demora associada à proibição do uso de equipamentos de 5G proveniente dos fornecedores chineses, Portugal passa a estar abrangido, por fim, pela política de isenção de vistos da China.
Paulo Rangel, que falava aos jornalistas em Luanda após um encontro com o seu homólogo angolano, Téte António, acrescentou que este ano o aumento é já superior a 12%, sobre o valor em igual período do ano passado, o que significa que "está a haver uma capacidade de resposta".
A população “tem colaborado nessa questão dos vistos” para se averiguarem os casos e perceber “se há ou não crime”, disse o Procurador-Geral da República cabo-verdiano, sobre o processo aberto pelo Ministério Público e entregue à Polícia Judiciária.