No primeiro trimestre do ano foram transacionadas 40.750 casas, o que representou uma quebra face ao último trimestre do ano passado, quando foram vendidos 43.100 fogos.
Comprar casa em Portugal custa 2.827 euros/m², segundo o mais recente relatório anual da empresa. Vila Real, Évora e Leiria lideram as subidas de preços. Os preços das casas em Lisboa subiram 5,1% e no Porto 7,3%.
No terceiro trimestre de 2024 foram vendidas 39.600 habitações em Portugal Continental, em relação às 32.800 casas transacionadas no último trimestre do ano passado. "Comportamento dos preços dá eco à retoma nas vendas", destaca especialista.
O portal imobiliário Imovirtual divulga o seu barómetro relativo à evolução dos preços médios anunciados de arrendamento e venda no distrito do Porto. Os dados comparam outubro deste ano com o período homólogo, outubro de 2023.
Depois de um ano de 2023 em queda, o alívio nas taxas de juro está a levar a um “comportamento positivo” na compra de habitação e “há condições” para subir a dois dígitos até ao final de 2024, dizem especialistas ao JE.
DGC destaca que, enquanto autoridade pública de defesa do consumidor, realizou uma ação de fiscalização a publicidade sobre imóveis em meio digital, nomeadamente, nos 'sites' dos operadores económicos e plataformas online.
Inquérito da plataforma Imovendo revela que metade dos portugueses atribuem à crise económica a principal causa para o impacto no mercado imobiliário, enquanto 27,6% aponta responsabilidades às taxas de juro, 6,9% à guerra na Europa e 3,4% à queda do Governo.
Em relação a capitais de distrito é em Braga (26%) que as habitações são vendidas em menos de sete dias após a sua colocação no mercado, sendo em Castelo Branco (6%) o menor número de "vendas expresso".
Neste período o volume de transações foi de 442,9 milhões de euros, oriundos de clientes de 58 países internacionais, o que significou uma quebra semestral de 18%.
Sem querer "lançar bombas" que deixem o mercado "assustado", Tiago Ferreira, Head of Operations Real Estate Portugal do Imovirtual & OLX, aborda em entrevista ao Jornal Económico (JE), o comportamento do mercado no primeiro semestre de 2023, bem como as perspetivas possíveis que este poderá trazer até ao final do ano.
O estudo indicou que, em termos nacionais, 12% das casas esteve no mercado entre uma semana e um mês, 31% entre um e três meses, 24% entre três meses e um ano e 6% mais de um ano.
A maior desaceleração de transações de venda foi sentida na Dinamarca, num recuo de 31,6%. Em Portugal sentiu-se uma quebra significativa mas mercado imobiliário manteve-se no positivo em termos de venda.