O turismo é a grande estrela das exportações de serviços, mas nenhum outro acelerou tanto na última década como o segmento que inclui a informática. Pesa agora 9% nos serviços.
A este ritmo, o ano terminará com mais de 290 mil empregos perdidos, superando as 245 demissões registadas em 2025. Mudanças estruturais e a novas prioridades operacionais explicam o fenómeno. Na Europa, o fenómeno tem, para já, um impacto reduzido.
Quatro setores — Indústrias, Serviços empresariais, Grossistas e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) — representam 69% das exportadoras. As Indústrias mantêm a liderança: 21% das exportadoras pertencem ao setor e concentram 53% das exportações totais.
A empresa especializada na implementação de metodologias de melhoria contínua e reengenharia de processos, que passa a ser detida em 51% pela inCentea, será liderada por Paulo Martins, administrador da Incentea Capital SGPS.
As grandes empresas tecnológicas dominam e os distritos de Lisboa e Porto afirmam-se como os principais polos do ecossistema digital. O setor empregava 120 mil pessoas em 2024, o que representa uma redução de 34% face ao ano anterior.
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Em causa está o programa "Seeds for the Future", direcionado para a promoção do desenvolvimento de talento nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Portugal, que vai na décima edição - marcada pelo regresso da formação presencial na China.
Na véspera do Congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), Rogério Carapuça apela ao fim de todos os incentivos negativos que existem para o crescimento das empresas.
Concurso abre a três áreas novas - Engenharia Biomédica, Ciência e Engenharia de Materiais e Neurociência Cognitiva Computacional, que se juntam às 11 existentes. Programas de Doutoramento Afiliados incluem até um ano de investigação nos Estados Unidos.
No que diz respeito à criação de empregos, as empresas chinesas e as suas empresas associadas e participadas geraram mais de 90.000 postos de trabalho em Portugal, sendo que a grande maioria desses empregos são nas áreas de finanças, tecnologia e outros setores de elevado valor acrescentado.
As 25 principais startups deste ano alcançaram coletivamente 87 milhões de euros em receitas, representando cerca de 47% do ecossistema de startups de tecnologia digital em Portugal.
Discriminando por setor, é na informação e comunicação que mais se recorre à IA (52,5%), seguido de outros serviços (17,0%) e indústria e energia (6,9%). Por outro lado, o setor da construção e atividades imobiliárias regista a menor proporção (3,3%), nota o INE.
"Em metade dos sectores, a criação de empresas é superior ao registado em 2023, com destaque para a Construção, Tecnologias da Informação e Comunicação e Retalho", refere a Informa D&B em comunicado, assinalando que, contudo, "o comportamento entre os diversos setores é bastante diferente".
Nem tudo é tecnologia. Quando falamos de criar uma estratégia de transformação digital rumo à empresa inteligente, é preciso ter uma visão mais ampla, que considere o fator humano.
Para navegar com sucesso pelos desafios impostos pelo DORA, o sistema financeiro precisa de uma abordagem estratégica que abranja tecnologia, processos e as pessoas.
As bolsas do Programa de Doutoramento Afiliados têm a duração máxima de quatro anos, um dos quais na Pensilvânia. Inscrições abrem esta segunda-feira, 1 de abril, e terminam a 2 de maio.
Ao abraçar o DORA como uma oportunidade para fortalecer a resiliência operacional, as instituições financeiras não apenas cumprem os requisitos regulatórios, mas também estabelecem uma base sólida para o futuro digital do setor financeiro.
A propósito do Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência, que se celebra este sábado, 10 de fevereiro, cientistas do arquipélago lamentam a falta de referências femininas e dizem que é fundamental apostar nesta área.
"54% do tecido empresarial nacional possui recomendações documentadas sobre medidas, práticas ou procedimentos de segurança das TIC" , revela Bruno Castro, CEO da VisionWare.