A decisão foi tomada depois da comissão julgadora do Conselho de Jurisdição da Iniciativa Liberal (IL) ter concluído o processo disciplinar do ex-candidato à Presidência da República.
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito à atuação de Tiago Mayan, presidente demissionário da União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, no Porto, que assumiu recentemente ter falsificado assinaturas, adiantou à Lusa fonte judicial.
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“Confirmo que o Tiago Mayan saiu da liderança do movimento Unidos pelo Liberalismo e, por consequência, já não é candidato à presidência da Iniciativa Liberal (IL)”, disse à Lusa o conselheiro nacional da IL Pedro João Ermida, que pertence à coordenação daquele movimento, até agora liderado pelo ex-candidato e Belém e principal rosto da oposição à atual direção do partido.
“Vamos a factos: há um mês, Carla Castro manifestou disponibilidade para integrar as listas de Iniciativa Liberal, depois perante um convite concreto para um lugar entre o quinto e o sétimo lugar das listas de Lisboa, entendeu recusar, decide agora a sua saída“, sublinhou o liberal.