Enquanto na Europa domina uma visão da cultura como setor estratégico para o desenvolvimento regional e local, que contribui para a redução de desigualdades, em Portugal a Cultura vive em permanente crise existencial.
A elevação académica e técnica dos membros dos executivos não tem tido uma tradução directa na transformação económica e no desenvolvimento social do país, que são tão almejados pelos angolanos.