O Brasil, país integrante dos BRICS, tem vindo a trocar o mercado dos EUA por fornecimentos de bens agrícolas à China, que se tornou, assim, o principal parceiro comercial do Brasil, em substituição dos EUA. Um processo que está cada vez mais consolidado.
As tarifas de Trump sobre os aliados Japão, Coreia do Sul, Canadá e União Europeia também vão ajudar a China e não resolvem o problema do défice externo americano.
A Europa é chefiada por indigentes e Trump perdeu-lhes o respeito, se é que alguma vez o teve. Além de despedaçar a Europa, Trump mostra o seu desprezo pelo projeto europeu que poderia vir a desafiar o poder norte-americano.
Os primeiros 100 mil carros exportados para os EUA passam a estar sujeitos a tarifas de 10% e os seguintes irão até aos 25%. O acordo entre os dois países passa a ser válido nesta segunda-feira, ao mesmo tempo que os produtos feitos em aço ainda estão sob um clima de incerteza.
No imediato, a enorme volatilidade dos mercados financeiros poderá tornar o imobiliário mais atrativo para os investidores. O imobiliário é menos volátil que o mercado de capitais.
A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein, Kuwait, Omã e Catar, países que compõem o Conselho de Cooperação do Golfo, representam cerca de 3,2 biliões em ativos financeiros soberanos, o que corresponde a 33% do total de ativos soberanos em todo o mundo.
As negociações por aquele minério regressaram a máximos históricos nesta segunda-feira, fruto das mais recentes tarifas anunciadas por Donald Trump. As negociações subiram mais de 18% desde o início do ano e superaram, pela primeira vez, os 3.120 dólares por onça, a beneficiar de aquele ser visto como um ativo de refúgio.
As principais bolsas europeias registaram descidas expressivas na sessão de segunda-feira, fruto das incertezas sentidas pelos mercados no que diz respeito à economia global. Na base estão as mais recentes tarifas de Trump, que vão entrar em vigor na quarta-feira.
As principais bolsas europeias registaram descidas na quarta-feira, em função da promessa feita por Donald Trump sobre tarifas recíprocas às importações, com particular incidência nas indústrias automóvel e tecnológica. Esta quarta-feira, vai ser conhecido o PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre e os mercados aguardam um recuo expressivo em cadeia.
A conclusão faz parte de uma análise efetuada por um responsável da Allianz GI. De acordo com as conclusões, mais de metade das receitas que resultam de exportações para os EUA estão protegidas, ao passo que o setor automóvel está entre os mais afetados.
As empresas estabelecidas nos EUA apresentam uma maior exposição à guerra comercial do que aquelas que fazem parte do continente europeu, de acordo com uma análise da XTB.