Ao Jornal Económico, o Presidente da União das Misericórdias Portuguesas avalia em dois dígitos o aumento que o Estado tem fazer nas comparticipações às instituições para cobrir a subida do salário mínimo. Diz-nos que em 2024, cada trabalhador vai custar, pelo menos, mais 85 euros mensais. E alerta: "Não se pode somente aumentar o salário mínimo, porque senão estamos a aumentar o número de pessoas que auferem o mínimo".
Os sindicatos rejeitaram a proposta de aumento de 1,6%, com o Governo a afirmar que apresentou propostas que representam um aumento de 24% da massa salarial dos médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Consideramos a contraproposta de 2,5% indigna porque a argumentação aduzida é fraca, displicente e menciona dados surreais, deslocados de qualquer realidade.