Segundo fonte das relações públicas da PSP do Porto, as buscas ocorreram ao longo desta manhã “em várias residências dos Super Dragões” no distrito do Porto.
O "Correio da Manhã" revela esta quarta-feira que o clube pagou várias viagens ao ex-líder da claque Super Dragões e que para essas viagens eram convidados amigos e familiares do casal Madureira.
De Famalicão à operação Pretoriano, são as claques uma ameaça à credbilização do futebol em Portugal. Daniel Seabra, antropólogo investigador de claques de futebol e hooliganismo, é o convidado desta edição.
As suspeitas de que os rendimentos declarados não justificam o património que o líder dos Super Dragões tem com a mulher levam o MP a avançar com a investigação, avança o JN.
Fernando Madureira foi na segunda-feira ouvido durante cerca de quatro horas e meia, acabando a inquirição cerca das 22:30, acrescentou a fonte, depois de Fernando Saul, oficial de ligação aos adeptos do FC Porto, ter sido novamente interrogado durante a manhã.
A claque dos "dragões" deixou uma mensagem para o seu líder, que foi detido esta quarta-feira. "Só os mais fortes sobrevivem", pode ler-se na publicação no Instagram.
O vice-presidente e administrador da SAD do FC Porto diz que não instruiu "seja quem for a fazer fosse o que fosse" na Assembleia Geral em que se observaram episódios de grande tensão entre adeptos.
Fernando Madureira, detido esta quarta-feira pela PSP na sequência dos acontecimentos na última assembleia-geral do FC Porto, tem protagonizado alguns episódios polémicos nos últimos anos.