Socialistas e os seus parceiros do Sumar tentam encontrar uma solução para a crise – mas a oposição interna a Pedro Sánchez considera que se impõe a realização de um congresso.
Um ano depois de o Governo de António Costa ter determinado o fim do programa de atribuição de título de residência através da compra de casa, a medida é emulada na vizinha Espanha. Agora, com a chegada de um novo Executivo, deverá ser Portugal a retomar essa política.
A princesa das Astúrias jurou uma Constituição em risco de esfacelamento por responsabilidade exclusiva de Pedro Sánchez, candidato a um novo mandato na presidência do Governo.
O imposto especial sobre a energia e a previsão de novos impostos no acordo de coligação levam o grupo a repensar os seus investimentos no mercado interno. As contas dos primeiros meses do ano revelam uma queda dos principais indicadores do balanço.
O pacto para o Legislativo contempla impostos sobre bancos e grandes empresas de energia, o aumento do parque habitacional público e a prorrogação da licença parental remunerada. Mas ainda falta o mais difícil: o acordo com o Junts per Catalunya.
"Não está na mesa [das negociações] nem mesmo como uma possibilidade”, disse esta segunda-feira a porta-voz do Bildu Mertxe Aizpurua, quando falava sobre a Presidência do Congresso dos Deputados caber a um partido nacionalista como o Partido Nacional Basco (PNV).
A bipolarização que os resultados das eleições espanholas expressam não significa outra coisa que não o desejo de um governo sem dependência das franjas radicais, que perderam força.
Sondagens e analistas afirmam que está tudo mais ou menos decidido sobre as eleições de 23 de julho. O Sumar cresce à esquerda, o Voz está em dificuldade à direita - o que pode ser uma excelente notícia para Alberto Núñez Feijóo.