Entre os que se juntaram esta quarta-feira a este projeto de uma stablecoin associada ao euro estiveram a Intesa Sanpaolo, ABN Amro, Nordea, Banco Sabadell, Banco da Irlanda, Swedbank, Groupe BPCE, Handelsbanken, Banco Nacional da Grécia, e Rabobank.
“ O nosso novo e-money token é uma ponte segura e estável entre o dinheiro tradicional e o futuro digital, focado no desenvolvimento de um canal de pagamentos e transferências transfronteiriças eficiente, rápido e seguro, dentro de um grupo de parceiros institucionais”, explica o CEO António Henriques.
O IPO da Circle colocou as ações a valerem 31 dólares (27 euros). No início da sessão as ações já estavam a cotar a 69 dólares (60 euros) e no fecho da sessão da bolsa de Nova Iorque atingiram os 83,23 dólares (72,87 euros)
Muito se tem falado do Euro Digital. A questão é que este ainda está longe de ser implementado e ainda mais longe está a existência de uma regulamentação que altere o sistema financeiro para o acomodar.
Um alerta: ficar a dormir na forma significa permitir que haverá outros países a beneficiar da nossa economia devido ao passaporte associado aos serviços financeiros na União Europeia.
Estas duas leis vão ter um impacto enorme, pois a União Europeia decidiu avançar com dois regulamentos em vez de diretivas, os quais permitem acelerar, tanto quanto possível, a adoção da lei de forma coordenada e consistente por todos os Estados-membros.
As criptomoedas voláteis poderiam ser transformadas em ‘stablecoin’ se a sua emissão fosse controlada com a estabilidade como objectivo, acompanhando a oferta e a procura.