O Nasdaq fechou o dia a ganhar 0,30% para 13.518,78 pontos, seguido do S&P 500, a avançar 0,18% para 4.365,98, e do Dow Jones, a subir 0,10% para 34.095,86 pontos.
Como a nota diária de análise do Millennium Investment Banking sublinha, "Wall Street arranca em baixa, numa sessão marcada pela apresentação de contas de cotadas como United Airlines, Morgan Stanley, P&G e Abbott Laboratories", às quais se seguem os "números de Netflix e Tesla".
O índice tecnológico fechou a sessão a ganhar 0,67% para 13.307,77 pontos, o S&P500 a subir ligeiramente 0,01% para 4.288,39 pontos, enquanto, por outro lado, o Dow Jones recuava 0,22% para 33.433,35 pontos aquando do término da negociação.
O Dow Jones encerrou o dia a subir 1,16% para 35.473,13 pontos, seguido do S&P 500, a valorizar 0,89% para 4.518,08 pontos, e do tecnológico Nasdaq, que registava ganhos de 0,61% para 13.994,40 pontos aquando do fecho da sessão.
A 'earnings season' avança a todo o gás. Do outro lado do Atlântico, as atenções permanecem centradas nos resultados da banca e estão previstos novos indicadores relativos à despesa dos consumidores e ao mercado imobiliário. Por cá, pelo menos cinco cotadas nacionais divulgam contas dos últimos três meses.
Despertos para a necessidade de investir as suas poupanças, muitos aforradores estão agora a cair em armadilhas nas redes sociais, que publicitam frequentemente esquemas e burlas.
O índice industrial Dow Jones subiu 1,58% para 33.826,66 pontos, o financeiro S&P 500 avançou 1,94% para 4.134,50 pontos e o tecnológico Nasdaq ganhou 2,43% para 12.142,24 pontos.
O índice industrial Dow Jones avança 0,42% para 33.827,89 pontos, o financeiro S&P500 sobe 0,51% para 4.128,24 pontos e o tecnológico Nasdaq aumenta 0,65% para 12.120,38 pontos.
Citando Jonathan Golub, do Crédit Suisse US, “uma recessão é, antes de outras coisas, um colapso do mercado de trabalho”. Ou seja, o copo está meio cheio ou meio vazio, sendo que estamos estamos em pleno “yes, but market”.