Em 2023, os jogos sociais resultaram num total de vendas brutas de mais de 3,1 mil milhões de euros, através de 4.896 pontos de venda e uma rede com 18.978 mediadores. O valor representou mais 66 milhões do que as vendas registadas em 2022.
O novo provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa disse conhecer os desafios que a instituição enfrenta, referindo-se aos problemas financeiros herdados, e comprometeu-se com uma “gestão mais transparente”
A Comissão Parlamentar de Inquérito pretende "inquirir as decisões de gestão estratégica e financeira efetuadas por parte da SCML, associadas ou subsidiárias, desde 2011, que possam ter contribuído para o desequilíbrio financeiro"".
O nome de Paulo Alexandre Sousa foi avançado pela própria ministra Maria do Rosário Ramalho na audição da comissão permanente, no passado dia 16 de maio.
“O que percebemos é que, apesar nenhum dos intervenientes e de todas as pessoas que foram às várias audições solicitadas até agora poderem dizer que não têm responsabilidades, nenhum assumiu as responsabilidades relativamente a este processo”, afirmou a líder parlamentar da Iniciativa Liberal.
Provedora exonerada da Misericórdia de Lisboa foi ouvida no Parlamento e disse aos deputados que há muito para fazer na reestruturação da instituição, mas que esta pode ser recuperada.
Ana Mendes Godinho esteve hoje à tarde a ser ouvida na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, a propósito da sustentabilidade financeira da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e o processo de internacionalização dos jogos sociais.
A ex-provedora revela que quando chegou ao cargo fez um levantamento da situação económica e financeira da Santa Casa, tendo evidenciado que a instituição estava com uma rotura de tesouraria de 25 milhões de euros, sendo necessário reforçar mais de 50 milhões para conseguir cumprir compromissos.
Edmundo Martinho acredita que todo o ruído em torno da Santa Casa esteja a ser provocado por empresas privadas que pretendem apropriar-se da exploração dos jogos sociais.
Edmundo Martinho considera que por trás de todo o ruído em volta da Misericórdia poderão existir interesses privados que pretendem retirar a exploração dos jogos sociais da alçada do Estado.
Edmundo Martinho, em declarações aos deputados esta quarta-feira, no Parlamento, garante que o processo de internalização dos jogos foi do conhecimento do Governo quando o ministro da tutela era Vieira da Silva, antes ainda de Ana Mendes Godinho.
Ana Jorge sublinhou que o ano que esteve à frente da instituição “foi um ano duro, muito duro”, e que fez “tudo para que a Santa Casa continuasse a ser a Santa Casa a bem das pessoas que tem apoiado”.
O Governo decidiu exonerar a provedora da SCML, bem como a restante mesa, acusando-os de “atuações gravemente negligentes”. Os partidos querem discutir o tema no parlamento. Veja tudo o essencial que necessita de saber sobre este tema.
Ana Jorge está no cargo desde maio do ano passado, substituindo Edmundo Martinho que saiu antes de ter terminado o mandato. Governo justifica que “não tomou as medidas adequadas que se impunham, para inverter rapidamente a situação financeira de extrema gravidade e os riscos de insustentabilidade da SCML”.
A extinção de 40 cargos de chefia na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) permite mais trabalho em equipa e poupar quase um milhão de euros anuais, defendeu hoje a provedora.
Depois de em 2020 a SCML ter comprado 55% do Hospital da Cruz Vermelha e ter uma opção para comprar os 45% da Parpública, eis que numa reviravolta põem o ativo no mercado