Jeffrey Sachs, um dos economistas mais influentes da actualidade, antecipou recentemente que a relevância da hegemonia do dólar norte-americano cairá drasticamente nos próximos 10 anos, apontando 2035 para a sua banalização, ou seja, uma moeda ao nível de muitas outras.
Quanto mais os Estados Unidos apostam na desorganização como instrumento de poder, mais estimulam o mundo a organizar-se sem eles. Não se trata de antiamericanismo. Trata-se de realismo e pragmatismo.
Com mais de dois partidos a poderem ganhar eleições, sendo que um deles defende uma rutura com a democracia, só restará a alternativa de entendimento entre os que acreditam na democracia.