Nenhum dos oradores da conferência "Autarquias: Transição digital" o negou: é difícil para alguns funcionários públicos das câmaras perceberem a necessidade das aplicações móveis. É preciso "desmistificar" a tecnologia, formar e investir em cibersegurança, defendem.
"Não encontramos desafios? Encontrámos. Precisamos de gestão e reengenharia de processos, que se vai fazendo. Não se faz de um dia para o outro”, afirmou esta quinta-feira Paulo Rêgo, responsável pela área de informática na autarquia.
No ano passado, o mercado ibérico contribuiu com 340 milhões para as vendas globais da tecnológica japonesa. "Queremos chegar aos 100 milhões de euros e Portugal vai ajudar nesse processo. Como? Combinando bem as três empresas que temos cá, o talento, os ativos e a base de clientes", disse o diretor geral, Miquel Soler.