A autoestrada de eletricidade chegou a estar orçamentada em 600 a 700 milhões de euros. Governos de Portugal e Marrocos voltam a debater tema na Reunião de Alto Nível que vai ter lugar em Lisboa na sexta-feira.
O gasoduto em si e a rede necessária para o H2 conseguir chegar à raia implicam um investimento de mais de quatro centenas de milhões de euros. Governo tinha estimado custo entre 300-350 milhões.
De acordo com a entidade, "cabe à ERSE promover uma consulta pública do PDIRG 2023, com a duração de 30 dias úteis e, terminada a mesma, preparar, no prazo de 22 dias, o relatório dessa mesma consulta, seguido da emissão do parecer sobre a proposta, a ocorrer no prazo de 30 dias após a conclusão do referido relatório".
Neste período, a produção renovável abasteceu 72% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 34%, eólica com 27%, biomassa com 6% e fotovoltaica com 5%.
O INE vai dar a conhecer o inquérito à avaliação bancária na habitação, referente a março, num dia em que a REN e a Mota-Engil realizam as suas assembleias-gerais de acionistas.
A cerimónia de assinatura decorreu hoje em Lisboa, onde o Vice-Presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix, e o CEO da REN, Rodrigo Costa, sublinharam o significado dos 450 milhões de euros destinados a financiar a modernização global e o aumento da capacidade da rede de transporte de eletricidade em Portugal.
"Este número pode parecer muito baixo, mas é um número normal para muitos países. O que é crítico é que se mantenha o fluxo de abastecimento, que neste momento é essencialmente por Sines", disse Rodrigo Costa em entrevista à SIC Notícias.