Mais de 50 anos depois do fim do Estado Novo, o teste é sempre o mesmo: perante uma posição de mercado adquirida, o Estado protege-a ou obriga-a a provar-se na concorrência?
"A última coisa de que precisávamos, além dos impostos normais em Portugal que são extremamente elevados, é que estes novos projetos de transição energética fossem sujeitos a mais impostos extraordinarios", disse hoje o presidente-executivo da Galp.
Numa curta entrevista por escrito, o CEO da Gemcorp revela que a primeira fase do projeto de Cabinda estará a funcionar no segundo semestre de 2024. A refinaria deverá criar 1.300 postos de trabalho diretos e indiretos, salienta o gestor, que tem no currículo passagens pelo Goldman Sachs e outras instituições.
Fundo Gemcorp, liderado por Atanas Bostandjiiev, garantiu 300 milhões de euros para avançar com a primeira fase de um projeto que tem sido uma bandeira do governo de João Lourenço e que, a partir de 2024, será um game changer para a economia angolana e para a província de Cabinda.