Com um OE que não conta com aumento das exportações nem do crescimento, não é de estranhar que Medina considere “essencial aumentar o poder de compra”.
Dava jeito a Portugal ter uma situação estável. Com uma maioria absoluta a fazer as reformas que a economia e a sociedade precisam, com uma rota bem definida de contas certas e uma comunicação social forte para escrutinar por cima deste patamar.
Este OE aposta na continuidade, essencialmente focado na gestão orçamental, quando deveria ser mais reformista, com a incorporação de medidas que provocassem mudanças estruturais.
Portugal vai ficar assim com o "custo de financiamento da república inferior a outros 11 Estados-membros", incluindo Espanha e França, disse o ministro das Finanças.