Quando um modelo consegue produzir código funcional, bem estruturado e com qualidade profissional mais depressa do que um estudante consegue ler o enunciado, tudo muda.
Um país que não ensina a julgar entrega o discernimento a quem programa a máquina, e uma nação que delega o seu juízo deixa de ser soberana muito antes de o saber. A isto chamo soberania intelectual.
As escolhas que fazemos hoje irão definir se a Inteligência Geral Artificial (AGI) servirá como um motor de progresso humano ou se será um marco tecnológico que nos apresenta desafios para os quais ainda podemos não estar preparados.