Este é um mercado em expansão, com mais de 1.280 clubes, 780 mil membros e 345 milhões de euros em receitas. Contudo, o número de queixas aumentaram este ano.
De acordo com o estudo ‘O estado dos transportes em Portugal-2025’, foram apresentadas 7.622 reclamações contra este setor, com o transporte rodoviário a liderar, a concentrar 40,63% das queixas.
Nos últimos quatro anos, o Portal da Queixa recebeu mais de sete mil reclamações a visar as autarquias do país, das quais 47,46% dizem respeito a casos em que se menciona a falta de segurança. Lisboa lidera o ranking das autarquias com mais queixas. Mas também há casos de sucesso, municípios onde os índices de satisfação são elevados, como é o caso de Sesimbra.
Um dos aspetos em que as empresas mais falham à hora de fazer contratos de Tecnologias de Informação (TI) é o dos níveis de serviço, habitualmente conhecidos por SLA - Service Level Agreements.
Os consumidores bancários moçambicanos apresentaram 809 reclamações no segundo semestre passado, envolvendo sobretudo as duas maiores instituições bancárias, controladas por bancos portugueses e com mais de um milhão de clientes, elevando ao recorde de quase 1.800 em 2024.
As queixas registadas entre janeiro e março deste ano já dobram todas as reclamações apresentadas em 2024, revela o Portal da Queixa. Suspensão dos apoios financeiros e demora na aprovação são os principais motivos invocados pelos consumidores. ‘Apoio à Renda” é o programa mais visado.
Segundo o Portal da Queixa as reclamações são dirigidas às câmaras municipais e juntas de freguesia, que são as entidades responsáveis por assegurar o cumprimento da lei e em caso de incumprimento cabe-lhes realizar a limpeza dos terrenos e matas.
De acordo com o Portal da Queixa, a grande fatia das reclamações dirigidas ao sector da saúde dizem referência às urgências de Obstetrícia, que geraram 15% e as de Pediatria recolheram 10,6%.
No ano em que celebra 15 anos o Portal fez um balanço da sua atividade, tendo concluído que em mais de uma década foram recebidas 1.138.000 reclamações. O Portal refere que o valor médio de queixas resolvidas está atualmente nos 80% e a satisfação dos consumidores cresceu para 4.23 sobre 10.
Entre 2019 e 2024, os portugueses apresentaram quase 47 mil reclamações dirigidas aos serviços públicos e ao Governo, revela um relatório do Portal da Queixa, divulgado esta quinta-feira, 29 de fevereiro. Os dados apontam para uma média diária de 25 queixas. A Segurança Social lidera as reclamações, com 13.822 denúncias nos cinco anos analisados.
A demora para a aprovação do benefício é a principal razão que motiva a maioria das queixas que deram entrada este ano. No entanto, desde o início do período de análise, esta razão já motivou 78,1% das reclamações.
Em comunicado de imprensa, a plataforma de comunicação entre consumidores e marcas, que reportou hoje ter recebido 24.696 queixas desde o primeiro dia do ano até ao dia de ontem, a maior parte das participações diz respeito "a alegados esquemas online, onde os consumidores ficam sem o produto, sem resposta e sem o dinheiro".
Entre os dias 1 de janeiro e 15 de outubro, "os consumidores portugueses apresentaram 21.015 queixas relacionadas com compras online, um crescimento de 56,9% em comparação com o período homólogo de 2022".
Desde dia 1 de janeiro até 11 de outubro o Portal da Queixa registou um total de 190 reclamações contra a Amazon Portugal. No mês de outubro os consumidores portugueses dirigiram 37 reclamações ao marketplace, sendo que 32% destas queixas estão relacionadas com o evento da Amazon Prime Day.
Os principais motivos de queixa dos utentes contra os prestadores remetem para os constrangimentos no atendimento e mau serviço, problemas que somam 44% das ocorrências no sector da saúde.
“É, para nós, fundamental definir que Estados-membros não podem, a título individual, proibir a importação de bens ucranianos”, explicou a ministra da Economia ucraniana, Iulia Svyrydenko, num comunicado.
Em causa está o arresto da pensão de reforma de 26 mil euros do ex-governante, conhecido no final de julho e apenas notificado esta sexta-feira à defesa de Manuel Pinho, que assumiu o seu "espanto" pelos motivos invocados para esta ação e por uma possível acusação no caso relacionado com alegados favorecimentos à EDP, cuja investigação foi separada do processo principal no qual já foi acusado em dezembro de 2022 de supostamente favorecer o BES.
"O valor é muito semelhante ao recebido durante todo o ano anterior: em 2022 recebemos 176 e, em 2023, em pouco mais de quatro meses, já vamos com 173. Portanto, é uma situação que tem acontecido com frequência", precisou Margarida Zacarias.