Continue-se a reformar o Estado. Não é só digitalizá-lo, é eliminar passos, processos. Mais: está muito previsto, planeado, faça-se acontecer, concretize-se. Para sairmos do reino do papel e do powerpoint para o da obra.
Países como Angola acabam de se sentar com o Novo Banco de Desenvolvimento e piscam o olho aos BRICS, pois podem representar uma alternativa relevante não apenas para novas fontes de crédito, mas também margem de manobra geoeconómica.
Entre as principais prioridades destacam-se o combate a práticas anticoncorrenciais, onde a AdC planeia intensificar os esforços para investigar práticas como cartéis e outras ações que tenham um "maior impacto negativo na economia e nos consumidores".
2025 vai trazer novas dinâmicas às relações europeias e internacionais a que a Europa, no seu conjunto, se quiser continuar a existir como projeto comum de desenvolvimento económico e de referência democrática para o Mundo, vai ter de dar resposta.
Podemos questionar a viabilidade a longo prazo da estrutura atual da economia portuguesa, mas, tal como está, necessita e necessitará de imigrantes no futuro próximo. E é bom relembrar que o saldo das suas contribuições para a Segurança Social é muito positivo.
Se há justas reivindicações de muitos setores – médicos, professores, polícias, forças militares –, a negociação sempre taco a taco tem alcançado resultados. O problema de fundo é outro.
Importa escolher programas que serão servidos e executados por pessoas e, não tanto, escolher pessoas para realizar os programas. Os políticos servem as políticas e não o contrário.
Não são os cidadãos com mais posses que mais contratam seguros de saúde. As classes média e baixa têm 72% das apólices, mesmo que 60% estejam isentos de taxas.
O Governo tem falhado no apoio à recuperação da economia e nos apoios sociais às famílias, não conseguindo travar uma crise social que está aos olhos de todos.
Será que é pedir muito que, até lá, até haver um novo aeroporto, a(s) entidade(s) que tenha(m) essas competências organize(m) um acolhimento europeu a quem chega e quer tomar um táxi?
Teremos dois aeroportos, mas continuaremos a ter “becos” de mobilidade entre municípios vizinhos, como é o caso do Barreiro e do Seixal, que distam em linha reta menos de 5 km, mas onde não existe qualquer solução de mobilidade pública credível que leve menos de 30 minutos de viagem?