O chefe de Estado, que assumiu funções há pouco mais de um mês, vai viajar para a capital espanhola no domingo. Os encontros institucionais serão na segunda-feira.
Portugal precisa de uma lei laboral que una os portugueses, que dê previsibilidade às empresas e segurança às famílias, que promova estabilidade sem medo da mudança. Mas não a qualquer custo.
Em comunicação é afirmado que foram tidos em conta o “parecer favorável do Conselho das Escolas e a qualidade de proporcionar uma experiência, passível de avaliação ulterior, de potencial interesse pedagógico”.
O chefe de Estado afirma que, “sobretudo num Governo minoritário”, como é o executivo PSD/CDS-PP liderado por Luís Montenegro, “o programa do Governo tem de se tornar flexível”.
A previsibilidade é, atualmente, nula; estamos embrenhados num intenso nevoeiro para 2025 e para os anos seguintes, sem que possamos planear o que quer que seja.
O Presidente da República lançou, esta semana, o repto de um pacto de regime em Portugal para resolver os problemas na área da saúde. Esteve bem. Agiu politicamente de forma responsável.
"Acabo de promulgar um diploma que também deu muita polémica, que se chama a 'Agenda do Trabalho Digno'", designadamente porque "nalguns pontos afasta-se do acordo de concertação social" celebrado com os patrões e com a UGT e "porque algumas medidas são mais discutíveis que outras".