Veremos se a postura transacional de Trump evoluirá para uma abordagem híbrida em três dimensões: acordos de paz no mundo, intervencionismo musculado no quintal americano e acordos oportunísticos nas cadeias de abastecimento.
As Áfricas precisam de correr em busca de soluções, porque a pobreza não é artificial e a desigualdade não se resolve com algoritmos. As narrativas artificiais apoiadas numa nova elite digital não quer ameaças ao lucro.
A globalização do século XXI não deve repetir erros do passado, mas construir um sistema mais inclusivo, que reconheça as diversidades regionais e os interesses mútuos.
A transição energética, que tem por finalidade dar combate às alterações climáticas em curso, é acima de tudo “um negócio” e só, depois, procura responder a finalidades ambientais e humanas.
Seria sensato que os europeus não aumentassem os decibéis da retórica, num coro de apoio aos EUA, e percebessem ser tempo para reconciliar e recuperar fórmulas de convivência pacífica, já testadas com sucesso no passado.
Um estudo conclui que Washington tem preferido, desde o fim da Guerra Fria, empregar diretamente a força militar em vez de ameaças ou demonstrações de força, aumentando assim os níveis de hostilidade.