Apesar da incerteza, há razões para acreditarmos que a segunda metade de 2024 poderá contar uma narrativa diferente e acabar por moldar o próximo ano como um ano de transição favorável para a economia.
Se é certo que a Europa vem munida de um ímpeto reformista à saída desta crise pandémica, recentes desenvolvimentos geopolíticos podem revelar-se como forças amplificadoras ou repressivas de uma maior integração.