O Politburo (principal órgão de decisão do Partido Comunista da China) considerou que deve existir um reforço mas políticas macroeconómicas de uma forma "persistente e mais energética".
Depois do recuo do investimento privado na primeira metade do ano, Pequim quer colocar o indicador em linha com os gastos públicos, que continuam a crescer. Ainda assim, não é expectável um pacote de medidas abrangentes e de grande magnitude, como aconteceu várias vezes no passado.