Programação criativa, transmissão de eventos desportivos, publicidade em direto e acordos de licenciamento permitem à empresa ser a líder incontestável do mercado.
Mais de 18 milhões de pessoas subscreveram a plataforma de 'streaming' entre outubro e dezembro, ao mesmo tempo que a empresa viu os lucros duplicarem face ao período homólogo.
As subscrições de vídeo estabilizaram e a principal razão apontada é a falta de conteúdo apelativo. Os serviços de música são a segunda subscrição mais popular, depois do streaming de vídeo, e acima dos videojogos. A televisão ainda é a fonte mais confiável de notícias, enquanto as redes sociais geram desconfiança.
O acesso Extra é o novo serviço da Disney+ que tem um custo adicional de 5,99 euros por mês e permite que seja adicionado mais um membro que não faça parte do mesmo agregado doméstico às suas contas.
Dois pacotes por subscrição da plataforma passam a permitir adicionar uma ou duas pessoas, com um custo acrescido de pelo menos 4,99 euros por cada utilizador extra.
A principal razão para o cancelamento é a assinatura ser demasiado cara (23%), de acordo com o inquérito “Digital Consumer Trends 2023”, elaborado pela consultora Deloitte.
A aquisição de 33% da Hulu vai ter um valor de 8,6 mil milhões de dólares, tornando assim a Disney a acionista maioritária da Hulu, uma empresa avaliada em 27,5 mil milhões de dólares.
A limitação ao nível da partilha de contas na plataforma de streaming teve uma reação positiva da parte do mercado. O mesmo aconteceu com os pacotes com publicidade.
Se os custos de operação de plataformas de 'streaming' como a Netflix e o Spotify aumentarem, quem é que acham que vai acabar a pagar a fatura, através do aumento das mensalidades de acesso a esses serviços?