É evidente que todo o esforço de transformação deve ser orientado prioritariamente para a produção de escala. O que remete para o financiamento público que deve deixar de ser feito em “regador”, para se tornar seletivo.
O problema de Madrid não é a terra, mas até onde chega o mar português. Pretensões dos dois países estão a ser analisadas nas Nações Unidas. Imprensa espanhola tem andado dedicada ao tema nos últimos meses.
É importante apostar na diversificação, em fileiras emergentes da nova economia azul de elevado valor tecnológico que incorporam inovação científica e criam elevado valor acrescentado.