Os lucros da gigante brasileira no segundo trimestre ascenderam a 10.428 milhões de dólares (8.968 milhões de euros), um valor 68,2% superior ao registado no mesmo período do ano passado e 120,3% acima do dos primeiros três meses deste ano.
Às 7h50 desta quinta-feira, a negociação do petróleo Brent subia 4,13% para 95,85 dólares, acima dos valores registados esta quarta-feira pela mesma hora. De madrugada, voltou a superar a barreira dos 100 dólares por barril, pela segunda vez esta semana.
As principais cotadas de defesa estão em forte queda, o preço do barril recua quase 1%, ao passo que ouro e euro valorizam. Os mercados estão a reagir às negociações para um potencial acordo de paz entre Ucrânia e Rússia, com a presença de líderes europeus, juntamente com os Donald Trump e Volodymyr Zelensky.
O barril está ligeiramente mais caro, à medida que se aproxima a hora de os chefes de Estado dos EUA, Ucrânia e homónimos europeus se sentarem à mesa das negociações. Em foco vai estar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Contra as expetativas que existiam no passado, a procura por petróleo na economia chinesa deve atingir o seu ponto mais alto no próximo ano, a que se seguirá uma trajetória descendente, de acordo com uma análise do S&P Global.
O mercado global está "abastecido adequadamente", pelo que a escalada da tensão entre Israel e o Irão não representa uma ameaça, de acordo com a Agência Internacional de Energia. Na calha está até a possibilidade de ser registado um excedente.
A China recuou na importação de petróleo em agosto e sendo o país que mais importa esta matéria-prima a nível mundial, isso representa um forte impacto no mercado. A tendência contraria a subida dos preços observada recentemente, em face do conflito no Médio Oriente.
A escalada da tensão Israel e o Irão, numa região que tem grandes reservas de petróleo, está a gerar receios entre os mercados. O preço está em máximos de agosto e a subir mais de 9% face à abertura da semana.
O mercado petrolífero arrisca uma forte redução da oferta nos mercados, em face da possibilidade de os navios deixarem de atravessar aquele estreito. Por ali passa pelo menos 30% do comércio mundial daquele recurso.
O ataque àquelas infraestruturas permite evitar fortes subidas nos preços dos produtos petrolíferos, que seriam altamente prováveis se a Ucrânia atacasse depósitos de petróleo por exemplo.
A bolsa de Lisboa contrariou o otimismo europeu e registou perdas na sessão de quarta-feira. A escalada de preços no mercado petrolífero levou a Galp às negociações no 'verde'.
Estes ataques têm vindo a provocar uma rápida escalada de tensões na região nas últimas semanas e resultaram na paralisação do transporte marítimo mundial, com especial impacto nas interrupções sucessivas na produção de crude.
O barril de petróleo disparou mais de 4% na sessão de sexta-feira, em face de o conflito entre o Hamas e Israel poder passar a envolver outros países do Médio Oriente, alguns dos quais estão entre os maiores exportadores daquele combustível.
A bolsa de Lisboa escapou ao sentimento negativo que se viveu na Europa e terminou a sessão a ganhar quase 1%. Os preços do petróleo estiveram em alta e resultaram na valorização das ações da petrolífera.
Os preços do petróleo estão a subir acima de 1%, depois de a Rússia e a OPEP+ chegarem a um consenso sobre novo corte de um milhão de barris diários para um período de três meses.