Rangel referiu que os incidentes com drones no aeroporto de Leipzig vão ser hoje discutidos pelos ministros e afirmou que “evidentemente algumas medidas serão tomadas”.
A posição consta de uma nota de repúdio do Conselho Nacional de Transição às declarações recentes do ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, que, em entrevista à Antena 1 falou do eventual levantamento da suspensão da Guiné-Bissau da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e reiterou a exigência de regresso à ordem constitucional e da libertação do opositor Domingos Simões Pereira.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, encontrou-se com o seu homólogo português, Paulo Rangel, em Nova Iorque, onde expressou o desejo de que os dois blocos aumentem o entendimento. E com os Estados Unidos também.
Repto foi deixado por João Galamba na conferência do JE que traçou o rumo da transição energética em Portugal. Destaque ainda para o murro na mesa do Governo português face à humilhação a que foram submetidos os ativistas da Flotilha Global Sumud. Conheça o rating da semana.
Em Bruxelas, Paulo Rangel frisou que o Governo português “sempre defendeu que houvesse mais sanções aos colonos” na Cisjordânia, o que deverá ser hoje aprovado pelos chefes da diplomacia europeus.
O ministro dos Negócios Estrangeiros lançou a farpa à comunicação social em pleno Growth Forum. Paulo Rangel considera que os media desvalorizaram a presença de Luís Montenegro em maio, na Alemanha. "Com outros ex-primeiros-ministros, isso abriria telejornais", lamentou.
A indústria da Defesa poderá ser beneficiada com a atual situação geopolítica, com amplos benefícios para Portugal. A convicção foi deixada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros no Growth Forum, organizado pelo CCIP, em Lisboa.
Numa conferência de imprensa, Sam sublinhou que, na primeira visita ao estrangeiro desde que tomou posse, em dezembro de 2024, vai reunir-se com "os primeiros quatro dirigentes máximos" de Portugal.
Num país “rodeado por mar e por Espanha por todos os lados”, “o multilateralismo ‘bilateralizado’”, uma novidade teórica, é aquilo de que Portugal precisa para não perder relevância diplomática internacional.
Donald Trump voltou a exigir ajuda para defender a navegabilidade do Estreito de Ormuz, desta vez aos Estados-membros da NATO, ameaçando com consequências aqueles que não aceitarem. A Alemanha, aliada dos EUA desde a primeira hora, está aumentar o volume das críticas a Washington.
“Portugal não está, nem vai estar, envolvido neste conflito”, afirmou Paulo Rangel, em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos chefes da diplomacia da UE, em Bruxelas.
"Toda a matéria relativa a este conflito já foi devidamente explicada, está claríssima do meu ponto de vista. Depois, claro, que há pessoas que concordam, pessoas que discordam. Agora, os fundamentos jurídicos são à prova de bala”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros considera que o turismo tem-se estruturado de "forma muito competente" ao longo das últimas décadas e que está cada vez mais consciente de que tem de ser capaz de tornar este setor "não apenas massificado, mas de valor acrescentado".
Durante uma audição regimental na Assembleia da República, o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, reiterou que os desenvolvimentos na Guiné-Bissau levantam preocupação, particularmente a "prisão arbitrária de Domingos Simões Pereira", líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que considera um "obstáculo à reposição da normalidade".
A posição é assumida numa carta aberta dirigida ao Governo e à Assembleia da República de Portugal e publicada na véspera de o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, ser ouvido no parlamento, numa audição agendada para terça-feira.
Portugal determinou na quarta-feira o encerramento temporário da embaixada no Irão, numa altura em que ocorrem manifestações massivas contra o regime iraniano e a tensão política é extrema.
Na rede social o Ministério apela a que “sejam respeitados os direitos das cidadãs e dos cidadãos iranianos”. No mesmo comunicado, é também deixado o aviso de que “Portugal está disponível para reforçar as sanções ao Irão”.
Portugal juntou-se a Espanha e à Itália, os três países com comunidades mais expressivas na Venezuela, para assegurarem, no quadro da União Europeia, que estão prontos para ajudar o país 'intervencionado'. Ministro diz que Portugal considera Edmundo González como a melhor solução.