É mais fácil, e até mais cómodo, acreditar que a participação eleitoral se traduz num 'fenómeno colectivo'. Mas a ciência política já demonstrou que a adesão reflete um reduto individual.
Invocar os artigos da Constituição como uma forma de encontrar o soberano é, simplesmente, mistificar e continuar a ensinar através de uma perspectiva formal de poder, desprovida de factualidade histórica.